Maior economia do mundo cresce 4% no segundo trimestre

31-07-2014
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Maior economia do mundo cresce 4% no segundo trimestre

Alberto Teixeira

alberto.teixeira@economico.pt

Ontem 13:37

PIB norte-americano acelerou mais rápido que o esperado no trimestre passado depois de um arranque de ano em falso, impulsionado pelos gastos das famílias e investimento das empresas.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anual de 4% no segundo trimestre do ano depois de ter encolhido 2,1% nos três primeiros meses do ano, revelou hoje o Departamento do Comércio norte-americano.

Esta evolução saiu melhor do que o esperado pelos economistas sondados pela Bloomberg, que apontavam para um crescimento económico de cerca de 3% no entre Abril de Junho.

A dar força à maior economia do mundo esteve o consumo privado, que contribui para cerca de 70% da economia, subindo 2,5% no mesmo período, acima do esperado pelos analistas. As despesas das empresas também dispararam 5,9%.

"A economia está pronta para descolar", observou Joe LaVorgna, economista-chefe do Deutsche Bank Secutiries, à Bloomberg. "O mercado do trabalho está a melhorar de forma progressiva. O consumo deverá melhorar ainda mais. Com o aumento da confiança em torno das perspectivas económicas, o investimento das empresas também vai aumentar", frisou o responsável.

Estes números surgem depois de um primeiro trimestre em que a economia norte-americana destruiu riqueza. A leitura de uma queda de 2,1% no arranque do ano foi revista em alta face à anterior projecção de quebra de 2,9% do PIB entre Janeiro e Março.

Além disso, o acelerar da maior economia do mundo pode reforçar os argumentos da Reserva Federal norte-americana para antecipar uma subida da taxa de juros, que tem permanecido perto de zero nos últimos anos, numa altura em que se mantém a retirada dos estímulos iniciados por Ben Bernanke. A reunião do comité de política monetária do Fed termina hoje, devendo ao final da tarde divulgar um comunicado com novas pistas sobre os futuros desenvolvimentos na política monetária.

Com o relatório de hoje, o Departamento do Comércio dos EUA actualizou as suas estatísticas desde 1999, com as principais revisões aos dados a afectarem sobretudo os últimos três anos.

Maior economia do mundo cresce 4% no segundo trimestre

Alberto Teixeira

alberto.teixeira@economico.pt

Ontem 13:37

PIB norte-americano acelerou mais rápido que o esperado no trimestre passado depois de um arranque de ano em falso, impulsionado pelos gastos das famílias e investimento das empresas.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anual de 4% no segundo trimestre do ano depois de ter encolhido 2,1% nos três primeiros meses do ano, revelou hoje o Departamento do Comércio norte-americano.

Esta evolução saiu melhor do que o esperado pelos economistas sondados pela Bloomberg, que apontavam para um crescimento económico de cerca de 3% no entre Abril de Junho.

A dar força à maior economia do mundo esteve o consumo privado, que contribui para cerca de 70% da economia, subindo 2,5% no mesmo período, acima do esperado pelos analistas. As despesas das empresas também dispararam 5,9%.

"A economia está pronta para descolar", observou Joe LaVorgna, economista-chefe do Deutsche Bank Secutiries, à Bloomberg. "O mercado do trabalho está a melhorar de forma progressiva. O consumo deverá melhorar ainda mais. Com o aumento da confiança em torno das perspectivas económicas, o investimento das empresas também vai aumentar", frisou o responsável.

Estes números surgem depois de um primeiro trimestre em que a economia norte-americana destruiu riqueza. A leitura de uma queda de 2,1% no arranque do ano foi revista em alta face à anterior projecção de quebra de 2,9% do PIB entre Janeiro e Março.

Além disso, o acelerar da maior economia do mundo pode reforçar os argumentos da Reserva Federal norte-americana para antecipar uma subida da taxa de juros, que tem permanecido perto de zero nos últimos anos, numa altura em que se mantém a retirada dos estímulos iniciados por Ben Bernanke. A reunião do comité de política monetária do Fed termina hoje, devendo ao final da tarde divulgar um comunicado com novas pistas sobre os futuros desenvolvimentos na política monetária.

Com o relatório de hoje, o Departamento do Comércio dos EUA actualizou as suas estatísticas desde 1999, com as principais revisões aos dados a afectarem sobretudo os últimos três anos.

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