João Paulo

28-11-2014
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“Os mentirosos conseguem apenas uma coisa: é a de ninguém acreditar neles quando disserem a verdade.” (Esopo)

Foi esta a citação com que abri, no dia 31 de março de 2009 o meu primeiro texto no Aventar.

Naquele tempo disse ao que vinha:

“Ao que venho… Venho Aventar. Avento desde Vila Nova de Gaia. Sou professor e costumo frequentar a margem esquerda da vida, com actividade sindical intensa nos últimos dez anos.”

E, até pela citação que hoje repito, creio poder afirmar que ao longo de 1564 artigos procurei ajudar o Aventar a crescer. Hoje, vejo, com tristeza algo que não gosto. Sempre vivemos bem com as opiniões divergentes e, quer na bola com o Ricardo, quer nas lutas sindicais com o Carlos, só para citar dois exemplos, foi sempre um grande orgulho partilhar uma casa comum com quem pensa diferente de mim.

O que tenho vindo a assistir nos últimos tempos no Aventar não é coerente com a minha forma de estar. Luto diariamente para que todos possam expressar a sua opinião. Sobre Gaia, no Aventar, tem existido desde há uns tempos uma unanimidade quase primária contra o actual executivo municipal.

Discordo profundamente das opiniões que aqui tenho lido sobre o exercício municipal de Eduardo Vítor Rodrigues, o MEU presidente. E se afirmo o vocábulo MEU não é apenas no sentido partidário que ele poderia encerrar, num olhar apenas de camarada, mas MEU no sentido político mais amplo – o exercício do impossível foi feito em Vila Nova de Gaia. Qualquer português sabe como estava esta autarquia há 4 anos, após a presença de LFM.

E, em Vila Nova de Gaia, o olhar das pessoas que constituem esta comunidade é de grande carinho e reconhecimento pelo trabalho do Eduardo Vítor que conseguiu colocar as contas no verde e fazer da autarquia uma pessoa de bem.

Na minha área de trabalho, a Educação, o que foi feito nestes quatro anos é absolutamente singular e marcará, por muitos anos, esta área. Não tenho disso qualquer dúvida.

Mas, repito, opiniões divergentes, são condição base do exercício da democracia.

No entanto, creio que estamos a passar uma linha que não poderia ter sido cruzada. [Read more…]

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“Os mentirosos conseguem apenas uma coisa: é a de ninguém acreditar neles quando disserem a verdade.” (Esopo)

Foi esta a citação com que abri, no dia 31 de março de 2009 o meu primeiro texto no Aventar.

Naquele tempo disse ao que vinha:

“Ao que venho… Venho Aventar. Avento desde Vila Nova de Gaia. Sou professor e costumo frequentar a margem esquerda da vida, com actividade sindical intensa nos últimos dez anos.”

E, até pela citação que hoje repito, creio poder afirmar que ao longo de 1564 artigos procurei ajudar o Aventar a crescer. Hoje, vejo, com tristeza algo que não gosto. Sempre vivemos bem com as opiniões divergentes e, quer na bola com o Ricardo, quer nas lutas sindicais com o Carlos, só para citar dois exemplos, foi sempre um grande orgulho partilhar uma casa comum com quem pensa diferente de mim.

O que tenho vindo a assistir nos últimos tempos no Aventar não é coerente com a minha forma de estar. Luto diariamente para que todos possam expressar a sua opinião. Sobre Gaia, no Aventar, tem existido desde há uns tempos uma unanimidade quase primária contra o actual executivo municipal.

Discordo profundamente das opiniões que aqui tenho lido sobre o exercício municipal de Eduardo Vítor Rodrigues, o MEU presidente. E se afirmo o vocábulo MEU não é apenas no sentido partidário que ele poderia encerrar, num olhar apenas de camarada, mas MEU no sentido político mais amplo – o exercício do impossível foi feito em Vila Nova de Gaia. Qualquer português sabe como estava esta autarquia há 4 anos, após a presença de LFM.

E, em Vila Nova de Gaia, o olhar das pessoas que constituem esta comunidade é de grande carinho e reconhecimento pelo trabalho do Eduardo Vítor que conseguiu colocar as contas no verde e fazer da autarquia uma pessoa de bem.

Na minha área de trabalho, a Educação, o que foi feito nestes quatro anos é absolutamente singular e marcará, por muitos anos, esta área. Não tenho disso qualquer dúvida.

Mas, repito, opiniões divergentes, são condição base do exercício da democracia.

No entanto, creio que estamos a passar uma linha que não poderia ter sido cruzada. [Read more…]

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