O Cachimbo de Magritte: Perda de confiança

03-07-2011
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Nuno Melo é um bom parlamentar. Não é extraordinário. Não há nada que diga, pense ou escreva que seja muito profundo, inaudito ou imprescindível. Mas mesmo assim é razoavelmente bom. Não há muitos jovens parlamentares que tenham a sua qualidade, nem no PSD nem no PS. E, por isso, era bom para o CDS ter um parlamentar assim. Dito isto, era previsível que Nuno Melo, além de líder parlamentar, tivesse um futuro promissor e viesse a ser considerado um político de peso, com influência e o respeito, não só dos apoiantes do CDS, mas como acontece com tantos grandes políticos, do eleitorado em geral.Sucede que tal como jogar bem não é suficiente para se ser um grande jogador, também não basta ser bom parlamentar para se ser um grande político. Um jogador que trata bem a bola e constrói jogo - mesmo sem ser genial - e não tem fair-play, simula faltas e agride o público e os árbitros, nunca será considerado um grande jogador. Ora, Nuno Melo é um exemplo de quem não tem tido fair-play e está a desrespeitar o seu eleitorado até ao limite do admissível. O eleitorado de direita gosta de clareza, sentido institucional, integridade e respeito pela autoridade. Nuno Melo com a sua actuação premeditada contra Ribeiro e Castro pode conseguir fragilizar a actual Direcção do CDS, mas está-se a revelar aquilo que não lhe conhecíamos. E é nestas alturas que os políticos se revelam: grandes ou menores. E para muitas pessoas com quem tenho falado Nuno Melo está-se a revelar um político baixo, desleal e acima de tudo sem credibilidade. O mesmo se passa com Telmo Correia, Mota Soares e Alberto Carlos Monteiro, dirão. Mas no caso de Nuno Melo é pena: porque se perde a possibilidade de nascer um grande político que pudesse contribuir para um CDS maior.


Nuno Melo é um bom parlamentar. Não é extraordinário. Não há nada que diga, pense ou escreva que seja muito profundo, inaudito ou imprescindível. Mas mesmo assim é razoavelmente bom. Não há muitos jovens parlamentares que tenham a sua qualidade, nem no PSD nem no PS. E, por isso, era bom para o CDS ter um parlamentar assim. Dito isto, era previsível que Nuno Melo, além de líder parlamentar, tivesse um futuro promissor e viesse a ser considerado um político de peso, com influência e o respeito, não só dos apoiantes do CDS, mas como acontece com tantos grandes políticos, do eleitorado em geral.Sucede que tal como jogar bem não é suficiente para se ser um grande jogador, também não basta ser bom parlamentar para se ser um grande político. Um jogador que trata bem a bola e constrói jogo - mesmo sem ser genial - e não tem fair-play, simula faltas e agride o público e os árbitros, nunca será considerado um grande jogador. Ora, Nuno Melo é um exemplo de quem não tem tido fair-play e está a desrespeitar o seu eleitorado até ao limite do admissível. O eleitorado de direita gosta de clareza, sentido institucional, integridade e respeito pela autoridade. Nuno Melo com a sua actuação premeditada contra Ribeiro e Castro pode conseguir fragilizar a actual Direcção do CDS, mas está-se a revelar aquilo que não lhe conhecíamos. E é nestas alturas que os políticos se revelam: grandes ou menores. E para muitas pessoas com quem tenho falado Nuno Melo está-se a revelar um político baixo, desleal e acima de tudo sem credibilidade. O mesmo se passa com Telmo Correia, Mota Soares e Alberto Carlos Monteiro, dirão. Mas no caso de Nuno Melo é pena: porque se perde a possibilidade de nascer um grande político que pudesse contribuir para um CDS maior.

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