Que há de novo com a lua cheiaTrazendo na mão o bouquet da florida dorAmar é tantas vezes deixar irDe novo e de novo e de novona roda gigante de saia rodando.Amarelo redondo queijo guardado no céuUma nocturna via rápida pelo mar dentroEstrada de luz atravessando o calor.O coração despido deitado no chãoSobre a areia molhada apenas estavamCorpos paralelos em silêncio prateado.Aqueles que ao longe julgavam verUma pedra rolando na onda brilhanteEra o peito de ave ferida que aí ficaraTão dorido se fez sólido, pedrinha de charcoEmbatendo nos cascos dos navios-fantasma.
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Que há de novo com a lua cheiaTrazendo na mão o bouquet da florida dorAmar é tantas vezes deixar irDe novo e de novo e de novona roda gigante de saia rodando.Amarelo redondo queijo guardado no céuUma nocturna via rápida pelo mar dentroEstrada de luz atravessando o calor.O coração despido deitado no chãoSobre a areia molhada apenas estavamCorpos paralelos em silêncio prateado.Aqueles que ao longe julgavam verUma pedra rolando na onda brilhanteEra o peito de ave ferida que aí ficaraTão dorido se fez sólido, pedrinha de charcoEmbatendo nos cascos dos navios-fantasma.