A morte da co-fundadora do movimento militante curdo PKK em Paris, Sakine Cansiz, é vista pelo governo turco como uma tentativa de sabotar as negociações de paz com este grupo de guerrilheiros.
Sakine Cansiz, bem como duas outras activistas da causa curda, foram hoje encontradas mortas num centro de informação curdo na capital francesa, abatidas com tiros na cabeça. Segundo o ministro do Interior Manuel Valls, a morte das três mulheres "foi sem dúvida uma execução sumária", tendo reiterado a determinação das autoridades francesas de "apurar a verdade dos factos" neste homicídio "intolerável".
O presidente François Hollande disse por seu turno que este acontecimento "horrível" toca "directamente três pessoas, sendo que Cansiz era minha conhecida e mantínhamos encontros regulardes. Por agora, o inquérito está em curso e penso que é melhor esperar para conhecer bem quais são as causas e os autores" do crime.
Já para o governo turco, os motivos desta "atrocidade" são claros. "Existe a intenção de sabotar as negociações de paz" iniciadas recentemente entre Ancara e o PKK, que têm como objectivo colocar um ponto final à luta armada deste movimento, que já causou a morte a cerca de 40 mil pessoas nos últimos 25 anos, disse o vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arinç.
A morte da co-fundadora do movimento militante curdo PKK em Paris, Sakine Cansiz, é vista pelo governo turco como uma tentativa de sabotar as negociações de paz com este grupo de guerrilheiros.
Sakine Cansiz, bem como duas outras activistas da causa curda, foram hoje encontradas mortas num centro de informação curdo na capital francesa, abatidas com tiros na cabeça. Segundo o ministro do Interior Manuel Valls, a morte das três mulheres "foi sem dúvida uma execução sumária", tendo reiterado a determinação das autoridades francesas de "apurar a verdade dos factos" neste homicídio "intolerável".
O presidente François Hollande disse por seu turno que este acontecimento "horrível" toca "directamente três pessoas, sendo que Cansiz era minha conhecida e mantínhamos encontros regulardes. Por agora, o inquérito está em curso e penso que é melhor esperar para conhecer bem quais são as causas e os autores" do crime.
Já para o governo turco, os motivos desta "atrocidade" são claros. "Existe a intenção de sabotar as negociações de paz" iniciadas recentemente entre Ancara e o PKK, que têm como objectivo colocar um ponto final à luta armada deste movimento, que já causou a morte a cerca de 40 mil pessoas nos últimos 25 anos, disse o vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arinç.