Possível ataque à Síria atira bolsas para o vermelho

27-08-2013
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A pressão vendedora dominou hoje os mercados financeiros, com os receios de um ataque a Damasco por parte dos Estados Unidos.

Os principais mercados accionistas não resistiram à instabilidade na Síria, com um possível ataque dos Estados Unidos a Damasco. Lisboa perdeu 1,93% para os 5.861, 80 pontos, tal como os seus pares europeus. Madrid caiu 2,96%, Milão cedeu 2,25% e Frankfurt regrediu 1,95%.

As declarações de John Kerry, ontem, e de David Cameron, hoje, foram interpretadas pelo mercado como um sinal de que o Ocidente se prepara para responder à alegada utilização de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad. Essa percepção retraiu o apetite por risco dos investidores, reflectindo-se numa queda do valor das acções.

Também o secretário da Defesa norte-americano, Chuck Hagel, em entrevista à BBC, afirmou hoje que os militares dos Estados Unidos estão prontos a actuar de imediato se o presidente dos Estados Unidos ordenar um ataque contra a Síria.

Com 18cotadas no vermelho (excepção para a Ren e Portucel), a liderar as perdas em Lisboa estiveram os títulos do BES, que tombaram 6,11% para os 0,83 euros. Ainda no sector bancário, o BCP perdeu 1,98% até aos 0,099 euros e o BPI regrediu 1,82% até aos 0,97 euros.

Portugal Telecom (-3%), Jerónimo Martins (-1,43%) e EDP (-0,56%) também não escaparam à pressão vendedora. Neste momento de instabilidade, os investidores optaram por activos mais seguro. Neste momento, o ‘brent', que serve de referência às importações nacionais, avança 2,49% para os 113,49 dólares, enquanto o crude WTI ganha 2,98% até aos 109,68 dólares.

Também o ouro sobe 1,02% para os 1418, 96 dólares a onça.

No mercado cambial, o euro aumenta 0,17% para os 1,3392 dólares.

A pressão vendedora dominou hoje os mercados financeiros, com os receios de um ataque a Damasco por parte dos Estados Unidos.

Os principais mercados accionistas não resistiram à instabilidade na Síria, com um possível ataque dos Estados Unidos a Damasco. Lisboa perdeu 1,93% para os 5.861, 80 pontos, tal como os seus pares europeus. Madrid caiu 2,96%, Milão cedeu 2,25% e Frankfurt regrediu 1,95%.

As declarações de John Kerry, ontem, e de David Cameron, hoje, foram interpretadas pelo mercado como um sinal de que o Ocidente se prepara para responder à alegada utilização de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad. Essa percepção retraiu o apetite por risco dos investidores, reflectindo-se numa queda do valor das acções.

Também o secretário da Defesa norte-americano, Chuck Hagel, em entrevista à BBC, afirmou hoje que os militares dos Estados Unidos estão prontos a actuar de imediato se o presidente dos Estados Unidos ordenar um ataque contra a Síria.

Com 18cotadas no vermelho (excepção para a Ren e Portucel), a liderar as perdas em Lisboa estiveram os títulos do BES, que tombaram 6,11% para os 0,83 euros. Ainda no sector bancário, o BCP perdeu 1,98% até aos 0,099 euros e o BPI regrediu 1,82% até aos 0,97 euros.

Portugal Telecom (-3%), Jerónimo Martins (-1,43%) e EDP (-0,56%) também não escaparam à pressão vendedora. Neste momento de instabilidade, os investidores optaram por activos mais seguro. Neste momento, o ‘brent', que serve de referência às importações nacionais, avança 2,49% para os 113,49 dólares, enquanto o crude WTI ganha 2,98% até aos 109,68 dólares.

Também o ouro sobe 1,02% para os 1418, 96 dólares a onça.

No mercado cambial, o euro aumenta 0,17% para os 1,3392 dólares.

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