Grande Loja do Queijo Limiano

05-07-2011
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telenovela

privatização da GALP

Público

25 de Abril

CGD

António de Sousa

TSF

a participação da Caixa no caso GALP era de efectuar "a montagem financeira" e que a hipótese de ser accionista "não estava completamente esgotada"

Mais tarde

a CGD negou que alguma vez tenha surgido a hipótese de pertencer ao núcleo accionista do consórcio, mas não recusou financiá-lo e aconselhá-lo

outros concorrentes pediram a participação financeira da CGD, mas a Caixa recusou-se ou por "já ter sido contactada por" outro candidato, ou "por ter um contrato de exclusividade celebrado com o grupo Carlyle para ser financiadora e "adviser"

A 30 de Abril, um comunicado já só referia que a CGD decidira, "há um mês atrás, consorciar-se com o BES no aconselhamento financeiro do grupo Carlyle (...), tendo vindo a recusar a sua participação nesses consórcios financeiros dados os compromissos já existentes" com a Carlyle

Dois dias antes

o consórcio Luso-Oil divulgou um documento em que explicita contar com o "apoio financeiro ímpar" do BES/ Barclays, Citigroup, Royal Bank of Scotland e CGD

o Ministério das Finanças confirmou, igualmente, a participação financeira da CGD no consórcio Carlyle

recusou-se a comentar se a tutela da CGD fora ouvida ou tomara conhecimento da intenção da Caixa Geral de Depósitos de participar na operação

(o regime jurídico do sector empresarial do Estado e das empresas públicas (decreto-lei 558/99), aponta para a necessidade de uma opinião da tutela. O decreto estabelece a obrigatoriedade de as entidades públicas responderem às orientações estratégicas traçadas pelo Governo e que compete ao ministro das Finanças "a verificação do cumprimento dessas orientações estratégicas". O Governo parece interpretar a lei no sentido de que não é estratégica a entrada da Caixa - principal instituição financeira nacional, detida pelo Estado - na operação de venda da Galpenergia, envolvendo a transferência de centros de decisão nacional de um sector estratégico nacional, nomeadamente quando a instituição pública escolheu um concorrente estrangeiro)

Ontem

Ângelo Correia

A CGD não ia participar sequer como financiadora, mas apenas como "adviser"

o que contraria o próprio António de Sousa

Expresso

Mira Amaral

Diário Económico

Tanta mentira e contradição já começa a

feder ,

a recusa da CGD em comunicar com os outros dois consórcios

concorrentes

reforça uma de duas teses

ou o "concurso" é de facto uma palhaçada ou se é de facto um concurso o grupo Carlyle está numa posição de concorrência desleal com os outros concorrentes pois por

artes mágicas

bloqueou de facto o

acesso

CGD...

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Público

25 de Abril

CGD

António de Sousa

TSF

a participação da Caixa no caso GALP era de efectuar "a montagem financeira" e que a hipótese de ser accionista "não estava completamente esgotada"

Mais tarde

a CGD negou que alguma vez tenha surgido a hipótese de pertencer ao núcleo accionista do consórcio, mas não recusou financiá-lo e aconselhá-lo

outros concorrentes pediram a participação financeira da CGD, mas a Caixa recusou-se ou por "já ter sido contactada por" outro candidato, ou "por ter um contrato de exclusividade celebrado com o grupo Carlyle para ser financiadora e "adviser"

A 30 de Abril, um comunicado já só referia que a CGD decidira, "há um mês atrás, consorciar-se com o BES no aconselhamento financeiro do grupo Carlyle (...), tendo vindo a recusar a sua participação nesses consórcios financeiros dados os compromissos já existentes" com a Carlyle

Dois dias antes

o consórcio Luso-Oil divulgou um documento em que explicita contar com o "apoio financeiro ímpar" do BES/ Barclays, Citigroup, Royal Bank of Scotland e CGD

o Ministério das Finanças confirmou, igualmente, a participação financeira da CGD no consórcio Carlyle

recusou-se a comentar se a tutela da CGD fora ouvida ou tomara conhecimento da intenção da Caixa Geral de Depósitos de participar na operação

(o regime jurídico do sector empresarial do Estado e das empresas públicas (decreto-lei 558/99), aponta para a necessidade de uma opinião da tutela. O decreto estabelece a obrigatoriedade de as entidades públicas responderem às orientações estratégicas traçadas pelo Governo e que compete ao ministro das Finanças "a verificação do cumprimento dessas orientações estratégicas". O Governo parece interpretar a lei no sentido de que não é estratégica a entrada da Caixa - principal instituição financeira nacional, detida pelo Estado - na operação de venda da Galpenergia, envolvendo a transferência de centros de decisão nacional de um sector estratégico nacional, nomeadamente quando a instituição pública escolheu um concorrente estrangeiro)

Ontem

Ângelo Correia

A CGD não ia participar sequer como financiadora, mas apenas como "adviser"

o que contraria o próprio António de Sousa

Expresso

Mira Amaral

Diário Económico

Tanta mentira e contradição já começa a

feder ,

a recusa da CGD em comunicar com os outros dois consórcios

concorrentes

reforça uma de duas teses

ou o "concurso" é de facto uma palhaçada ou se é de facto um concurso o grupo Carlyle está numa posição de concorrência desleal com os outros concorrentes pois por

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