Mar Lusitano: Morreu o meu Papa

21-01-2012
marcar artigo

Morreste ÁlvaroFoste-te embora sem ter partidoDefinitivo teu gesto de ausênciaPara sempre teu corpo, alma e pensamento esquecidosPor eles coitados que nunca te entenderamPerdoai-lhes senhor que não sabem o que fazemQue não sabem o que perdemQue não sabem o que sãoQue correm às cegas de fútil venda nos olhosQue se matam e se esfolamQue nunca a ternura entenderamQue nunca nos outros pensaramQue nunca de nada prescindiramMas nós cá estamos ÁlvaroPartilhando tua teimosa lutaAcreditando que as coisas não têm que ser como sãoLevantando a voz contra o coro afinadoÁlvaro do passe socialDas notas máximas na universidadeDos direitos dos trabalhadoresDo singelo pullover com berbotosNunca foste um políticoSempre foste um idealistaPor isso te agradeçoPor isso te recordo - Obrigado Álvaro

Morreste ÁlvaroFoste-te embora sem ter partidoDefinitivo teu gesto de ausênciaPara sempre teu corpo, alma e pensamento esquecidosPor eles coitados que nunca te entenderamPerdoai-lhes senhor que não sabem o que fazemQue não sabem o que perdemQue não sabem o que sãoQue correm às cegas de fútil venda nos olhosQue se matam e se esfolamQue nunca a ternura entenderamQue nunca nos outros pensaramQue nunca de nada prescindiramMas nós cá estamos ÁlvaroPartilhando tua teimosa lutaAcreditando que as coisas não têm que ser como sãoLevantando a voz contra o coro afinadoÁlvaro do passe socialDas notas máximas na universidadeDos direitos dos trabalhadoresDo singelo pullover com berbotosNunca foste um políticoSempre foste um idealistaPor isso te agradeçoPor isso te recordo - Obrigado Álvaro

marcar artigo