Octávio V. Gonçalves: Nenhuma razão para duvidar

09-07-2011
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In Público, 18/08/2010
Obrigado, Zé!
Desde a sua abjecta e incompetente passagem pelo Ministério da Educação [ME], que a facilitista avaliação socrática distinguiu com uma nova secretaria de Estado, Valter Lemos não pára de surpreender o país com uma esquizofrenia política invulgar: ao frenesim legislativo, mesmo que de má memória e de fracasso assegurado, no ME, corresponde agora uma paralisia quase catatónica em termos de medidas e de respostas que atendam à gravíssima situação de desemprego e de crise, no ministério do Trabalho e Segurança Social.
No geral, Valter Lemos tem-se distinguido por argumentos a que a realidade não adere, por previsões que não se cumprem, por expectativas fantasistas, bem como por leituras enviesadas e habilidosas das estatísticas.
Não temos, pois, nenhuma razão para duvidar que sempre que Valter Lemos aponta para algum resultado, o mais provável é que tudo aconteça em sentido contrário ao afirmado.
Neste caso, desgraçadamente para milhares de portugueses que passam por dificuldades dramáticas e que assistem a um governo parasitado e impotente para lhes assegurar o direito constitucional ao trabalho.

In Público, 18/08/2010
Obrigado, Zé!
Desde a sua abjecta e incompetente passagem pelo Ministério da Educação [ME], que a facilitista avaliação socrática distinguiu com uma nova secretaria de Estado, Valter Lemos não pára de surpreender o país com uma esquizofrenia política invulgar: ao frenesim legislativo, mesmo que de má memória e de fracasso assegurado, no ME, corresponde agora uma paralisia quase catatónica em termos de medidas e de respostas que atendam à gravíssima situação de desemprego e de crise, no ministério do Trabalho e Segurança Social.
No geral, Valter Lemos tem-se distinguido por argumentos a que a realidade não adere, por previsões que não se cumprem, por expectativas fantasistas, bem como por leituras enviesadas e habilidosas das estatísticas.
Não temos, pois, nenhuma razão para duvidar que sempre que Valter Lemos aponta para algum resultado, o mais provável é que tudo aconteça em sentido contrário ao afirmado.
Neste caso, desgraçadamente para milhares de portugueses que passam por dificuldades dramáticas e que assistem a um governo parasitado e impotente para lhes assegurar o direito constitucional ao trabalho.

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