Embora existam na proposta de "acordo de princípios" do ME outras medidas, igualmente gravosas e injustificadas, como a prova de ingresso na carreira ou o prolongamento da carreira para além do razoável, tendo em conta a especificidade da funçãoo docente, os princípios que merecem a nossa rejeição incondicional são os seguintes:1) recusamos a aplicação de um sistema de quotas ou de contingentação administrativa à carreira docente que faça depender a progressão a partir de variáveis que escapam ao controlo do docente e à sua efectiva qualidade;2) não aceitamos, para efeitos de avaliação entre pares, que se substituam os professores titulares por um corpo de docentes, cujo assento no Conselho Pedagógico não é objecto de escolha ou eleição pela maioria dos seus colegas de departamento ou grupo disciplinar;3) defendemos que não deve ser dada a possibilidade de os professores definirem, em nenhuma circunstância, os seus objectivos individuais;4) consideramos que a maioria dos professores desempenha as suas funções docentes a um nível “muito bom”, pelo que não deve haver lugar a propostas individuais de candidatura a este nível classificativo.A fundamentação destas posições, minhas e do PROmova, pode ser lida AQUI...
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Embora existam na proposta de "acordo de princípios" do ME outras medidas, igualmente gravosas e injustificadas, como a prova de ingresso na carreira ou o prolongamento da carreira para além do razoável, tendo em conta a especificidade da funçãoo docente, os princípios que merecem a nossa rejeição incondicional são os seguintes:1) recusamos a aplicação de um sistema de quotas ou de contingentação administrativa à carreira docente que faça depender a progressão a partir de variáveis que escapam ao controlo do docente e à sua efectiva qualidade;2) não aceitamos, para efeitos de avaliação entre pares, que se substituam os professores titulares por um corpo de docentes, cujo assento no Conselho Pedagógico não é objecto de escolha ou eleição pela maioria dos seus colegas de departamento ou grupo disciplinar;3) defendemos que não deve ser dada a possibilidade de os professores definirem, em nenhuma circunstância, os seus objectivos individuais;4) consideramos que a maioria dos professores desempenha as suas funções docentes a um nível “muito bom”, pelo que não deve haver lugar a propostas individuais de candidatura a este nível classificativo.A fundamentação destas posições, minhas e do PROmova, pode ser lida AQUI...