Octávio V. Gonçalves: De cabeça perdida

24-01-2012
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Daqui...
Quando não se é fiel às convicções, se perde o sentido de coerência, se desprezam as reivindicações daqueles que se representam e se aceita como válido (para uns fins e não para outros) o que antes se demonizava, apenas sobrevivem o descrédito e a desorientação próprias.
A estas confusões de datas, como a expressa na nota da Fenprof, e que em nós seriam aceitáveis, porque escrevemos sob a pressão do tempo, nos intervalos entre aulas, acresce a distracção e a irresponsabilidade em permitir que uma questão da gravidade daquela que está em cima da mesa chegue intocada até ao momento da abertura do concurso de professores.


Daqui...
Quando não se é fiel às convicções, se perde o sentido de coerência, se desprezam as reivindicações daqueles que se representam e se aceita como válido (para uns fins e não para outros) o que antes se demonizava, apenas sobrevivem o descrédito e a desorientação próprias.
A estas confusões de datas, como a expressa na nota da Fenprof, e que em nós seriam aceitáveis, porque escrevemos sob a pressão do tempo, nos intervalos entre aulas, acresce a distracção e a irresponsabilidade em permitir que uma questão da gravidade daquela que está em cima da mesa chegue intocada até ao momento da abertura do concurso de professores.

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