Iera uma vez um barcouma memória de fumouma criança no tempodo vidro das tuas portasnavegando no teu rosto volto ao local da esperançaonde o cais não foi marcadoaí dissimulo a luzentre os lábios alinhadosIIquando o corpo nasce diasempre inocente o domingovem bater à minha portaa gargalhar profeciasjunto o fumo da memóriavolto ao local da esperançacom um silêncio de vozum barco livre de Outonoque dissimulo no caisIIIna linguagem a que se acolhesó se cria o que não hánão é escritor quem se escolhenem o que dita a razãomas se houver uma cançãoconta-se às vezes no tempoa memória do teu fumono corpo da minha portanos meus lábios alinhadossó ao domingocansado
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Iera uma vez um barcouma memória de fumouma criança no tempodo vidro das tuas portasnavegando no teu rosto volto ao local da esperançaonde o cais não foi marcadoaí dissimulo a luzentre os lábios alinhadosIIquando o corpo nasce diasempre inocente o domingovem bater à minha portaa gargalhar profeciasjunto o fumo da memóriavolto ao local da esperançacom um silêncio de vozum barco livre de Outonoque dissimulo no caisIIIna linguagem a que se acolhesó se cria o que não hánão é escritor quem se escolhenem o que dita a razãomas se houver uma cançãoconta-se às vezes no tempoa memória do teu fumono corpo da minha portanos meus lábios alinhadossó ao domingocansado