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Sidónio Pais
De facto, (pelo menos) desde 74 que andamos com a mania de explicar os buracos em que nos metemos pela má escolha de desígnios.
Ainda hoje, até aqueles (a generalidade segunda avaliação minha) que ajudaram a arrear Sócrates-o-despovoador do poder, afirmam que as escolhas foram erradas e que precisamos novas escolhas (mau agoiro).
À minha pergunta sobre quem deve apontar essas escolhas, a resposta é quase unânime: "o governo, é para isso que 'eles' servem".
De facto os portugueses têm a doença do governo, a doença do estado, a doença dos Sant'Antoninhos salvadores de todos nós. Minha avó, pelos anos 70, falava de Sidónio como de S. António sem aparente critério. Julgo, aliás, que este híbrido jarrão-santo dará pano para mangas e está por explorar.
Este artigo de João Miranda é, neste contexto, particularmente acertado.
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Sidónio Pais
De facto, (pelo menos) desde 74 que andamos com a mania de explicar os buracos em que nos metemos pela má escolha de desígnios.
Ainda hoje, até aqueles (a generalidade segunda avaliação minha) que ajudaram a arrear Sócrates-o-despovoador do poder, afirmam que as escolhas foram erradas e que precisamos novas escolhas (mau agoiro).
À minha pergunta sobre quem deve apontar essas escolhas, a resposta é quase unânime: "o governo, é para isso que 'eles' servem".
De facto os portugueses têm a doença do governo, a doença do estado, a doença dos Sant'Antoninhos salvadores de todos nós. Minha avó, pelos anos 70, falava de Sidónio como de S. António sem aparente critério. Julgo, aliás, que este híbrido jarrão-santo dará pano para mangas e está por explorar.
Este artigo de João Miranda é, neste contexto, particularmente acertado.