Basílio Horta considera

19-01-2013
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O deputado e candidato à câmara de Sintra considerou hoje que a eventual colocação de portagens no concelho seria "extremamente negativo" para milhares de pessoas que não têm alternativas no acesso a Sintra e ao IC19.

"Foi com espanto e com indignação que tomámos conhecimento de o Governo querer colocar portagens na A16 em troços que são a única alternativa. É totalmente impensável que esta intenção se venha a concretizar", disse Basílio Horta à agência Lusa.

Para o socialista, caso se concretize a instalação de portagens no troço da A16 Ranholas/Lourel, o Governo estará a criar mais dificuldades a um concelho que "precisa de mais desenvolvimento, de mais investimento, de novas empresas, de criar emprego e de manter as empresas que ainda tem".

Basílio Horta adiantou que na sua qualidade de deputado na Assembleia da República, irá apresentar um requerimento para que o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, preste esclarecimentos no parlamento.

Segundo avança hoje o Diário Económico, o Governo prepara-se para introduzir novas portagens, colocando 15 novos pórticos automáticos de cobrança nas autoestradas nacionais, sobretudo do Norte de país e da Grande Lisboa.

Os jornais de hoje adiantam que a medida consta de um documento confidencial do executivo, entregue à 'troika' em novembro, durante a sexta avaliação do memorando de entendimento.

A maior parte das portagens estão pensadas para as ex-SCUT do Norte Litoral, entre o Porto e Viana do Castelo, as do Grande Porto, nomeadamente o troço até Lousada, e as da Costa de Prata, entre Mira, no distrito de Aveiro, e o Porto.

O documento pondera também o regresso das portagens entre o Porto e a Maia, na A3, e a colocação de dois novos pórticos na A16, na Grande Lisboa, em Cascais e Sintra.

Com as novas portagens, o Governo espera um aumento das receitas entre os 47 milhões e os 70 milhões de euros anuais o que, para Basílio Horta, não é relevante e representará "prejuízo" uma vez que não é tida em conta as horas perdidas pelos condutores e a falta de investimento que afetará os municípios.

O deputado e candidato à câmara de Sintra considerou hoje que a eventual colocação de portagens no concelho seria "extremamente negativo" para milhares de pessoas que não têm alternativas no acesso a Sintra e ao IC19.

"Foi com espanto e com indignação que tomámos conhecimento de o Governo querer colocar portagens na A16 em troços que são a única alternativa. É totalmente impensável que esta intenção se venha a concretizar", disse Basílio Horta à agência Lusa.

Para o socialista, caso se concretize a instalação de portagens no troço da A16 Ranholas/Lourel, o Governo estará a criar mais dificuldades a um concelho que "precisa de mais desenvolvimento, de mais investimento, de novas empresas, de criar emprego e de manter as empresas que ainda tem".

Basílio Horta adiantou que na sua qualidade de deputado na Assembleia da República, irá apresentar um requerimento para que o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, preste esclarecimentos no parlamento.

Segundo avança hoje o Diário Económico, o Governo prepara-se para introduzir novas portagens, colocando 15 novos pórticos automáticos de cobrança nas autoestradas nacionais, sobretudo do Norte de país e da Grande Lisboa.

Os jornais de hoje adiantam que a medida consta de um documento confidencial do executivo, entregue à 'troika' em novembro, durante a sexta avaliação do memorando de entendimento.

A maior parte das portagens estão pensadas para as ex-SCUT do Norte Litoral, entre o Porto e Viana do Castelo, as do Grande Porto, nomeadamente o troço até Lousada, e as da Costa de Prata, entre Mira, no distrito de Aveiro, e o Porto.

O documento pondera também o regresso das portagens entre o Porto e a Maia, na A3, e a colocação de dois novos pórticos na A16, na Grande Lisboa, em Cascais e Sintra.

Com as novas portagens, o Governo espera um aumento das receitas entre os 47 milhões e os 70 milhões de euros anuais o que, para Basílio Horta, não é relevante e representará "prejuízo" uma vez que não é tida em conta as horas perdidas pelos condutores e a falta de investimento que afetará os municípios.

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