"Nunca precisamos tanto de união como agora"

31-07-2013
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O Presidente da República voltou a apelar ao "diálogo e ao compromisso" entre as forças políticas, num momento em que o país "nunca precisou tanto de união como agora".

Em visita a Mondim de Basto, Cavaco Silva fez uma analogia com a etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que no dia 11 de Agosto chega ao cimo da Senhora da Graça, para comparar Portugal ao ciclista que vai a meio da etapa e "não pode baixar os braços ou deixar de pedalar", porque sabe o que falta "para completar a etapa". "Já percorremos um caminho e não queremos desperdiçar o que já fizemos", sustentou.

Referindo-se ao "compromisso de salvação nacional" que levou PS, PSD e CDS a sentarem-se à mesa das negociações por sua iniciativa, o Presidente da República acredita que "ficaram sementes" que irão produzir "frutos no futuro que temos pela frente". "Os portugueses vão exigir às forças políticas que se entendam naquilo que é determinante para o nosso futuro", frisou.

Cavaco pediu ainda um "rumo" para o país, considerando que Portugal não pode estar "sempre a mudar", vivendo momento de "euforia do consumo" e outros de "dura austeridade".

Deixou ainda um recado ao Governo, concordando que Mondim de Basto "tem estado um pouco esquecido por parte da administração central" e que isso se nota, sobretudo, "nas acessibilidades". Dirigindo-se ao secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, o Presidente enviou uma mensagem para o ministro Poiares Maduro, pedindo que não se esqueça desta zona do país "sobretudo quando estamos a falar do Quadro Financeiro Plurianual", os fundos comunitários que o ministro adjunto tem sob a sua tutela.

O Presidente da República voltou a apelar ao "diálogo e ao compromisso" entre as forças políticas, num momento em que o país "nunca precisou tanto de união como agora".

Em visita a Mondim de Basto, Cavaco Silva fez uma analogia com a etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que no dia 11 de Agosto chega ao cimo da Senhora da Graça, para comparar Portugal ao ciclista que vai a meio da etapa e "não pode baixar os braços ou deixar de pedalar", porque sabe o que falta "para completar a etapa". "Já percorremos um caminho e não queremos desperdiçar o que já fizemos", sustentou.

Referindo-se ao "compromisso de salvação nacional" que levou PS, PSD e CDS a sentarem-se à mesa das negociações por sua iniciativa, o Presidente da República acredita que "ficaram sementes" que irão produzir "frutos no futuro que temos pela frente". "Os portugueses vão exigir às forças políticas que se entendam naquilo que é determinante para o nosso futuro", frisou.

Cavaco pediu ainda um "rumo" para o país, considerando que Portugal não pode estar "sempre a mudar", vivendo momento de "euforia do consumo" e outros de "dura austeridade".

Deixou ainda um recado ao Governo, concordando que Mondim de Basto "tem estado um pouco esquecido por parte da administração central" e que isso se nota, sobretudo, "nas acessibilidades". Dirigindo-se ao secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, o Presidente enviou uma mensagem para o ministro Poiares Maduro, pedindo que não se esqueça desta zona do país "sobretudo quando estamos a falar do Quadro Financeiro Plurianual", os fundos comunitários que o ministro adjunto tem sob a sua tutela.

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