Mário Soares repudia tom

30-10-2012
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O ex-presidente da República criticou o facto de Passos Coelho ter lançado um convite ao PS e poucas horas depois ter atacado o partido no Parlamento.

Mário Soares disse que não faz sentido o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, pedir a participação do Partido Socialista no programa de reavaliação das funções do Estado e depois atacar o líder do partido da oposição no Parlamento.

"Ainda hoje, [António José Seguro] foi insultado pelo chefe de Governo e depois [Passos Coelho] quer que ele colabore? Porque o chefe de Governo, que esteve hoje na Assembleia [da República], falou contra o PS de uma maneira violenta", questionou, em declarações aos jornalistas o antigo Presidente da República.

"No Parlamento fala contra o PS e depois quer o PS [a colaboração do partido da oposição]. Não faz sentido", acrescentou o antigo Presidente. Soares afirmou que "o secretário-geral do PS já disse que não vai votar o Orçamento. Está tudo dito".

O primeiro-ministro anunciou na segunda-feira que hoje iria convidar formalmente o PS para um programa de reavaliação das funções do Estado que corte 4 mil milhões de euros na despesa e evite um segundo resgate a Portugal.

Hoje, Passos Coelho acusou o secretário-geral do PS, António José Seguro, de revelar "receio" há mais de um ano em comprometer-se com políticas de ajustamento da economia portuguesa e advertiu-o que não pode fugir às suas responsabilidades.

Pedro Passos Coelho falava hoje na abertura do debate da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2013, na generalidade, depois de António José Seguro ter afirmado que vem tarde "o aceno ao PS" para um entendimento sobre a refundação do programa de ajustamento, visando "uma profunda reforma das funções do Estado".

Soares disse ainda que "não é só o Estado social que está em causa. Está em causa Portugal e o futuro dos portugueses" - "Preocupa-me tudo", declarou.

O antigo Presidente falou à comunicação social no final da entrega do "Prémio Dário Moreira de Castro Alves", atribuído pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), ao jurista brasileiro José Paulo Cavalcanti Filho, em Lisboa.

O ex-presidente da República criticou o facto de Passos Coelho ter lançado um convite ao PS e poucas horas depois ter atacado o partido no Parlamento.

Mário Soares disse que não faz sentido o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, pedir a participação do Partido Socialista no programa de reavaliação das funções do Estado e depois atacar o líder do partido da oposição no Parlamento.

"Ainda hoje, [António José Seguro] foi insultado pelo chefe de Governo e depois [Passos Coelho] quer que ele colabore? Porque o chefe de Governo, que esteve hoje na Assembleia [da República], falou contra o PS de uma maneira violenta", questionou, em declarações aos jornalistas o antigo Presidente da República.

"No Parlamento fala contra o PS e depois quer o PS [a colaboração do partido da oposição]. Não faz sentido", acrescentou o antigo Presidente. Soares afirmou que "o secretário-geral do PS já disse que não vai votar o Orçamento. Está tudo dito".

O primeiro-ministro anunciou na segunda-feira que hoje iria convidar formalmente o PS para um programa de reavaliação das funções do Estado que corte 4 mil milhões de euros na despesa e evite um segundo resgate a Portugal.

Hoje, Passos Coelho acusou o secretário-geral do PS, António José Seguro, de revelar "receio" há mais de um ano em comprometer-se com políticas de ajustamento da economia portuguesa e advertiu-o que não pode fugir às suas responsabilidades.

Pedro Passos Coelho falava hoje na abertura do debate da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2013, na generalidade, depois de António José Seguro ter afirmado que vem tarde "o aceno ao PS" para um entendimento sobre a refundação do programa de ajustamento, visando "uma profunda reforma das funções do Estado".

Soares disse ainda que "não é só o Estado social que está em causa. Está em causa Portugal e o futuro dos portugueses" - "Preocupa-me tudo", declarou.

O antigo Presidente falou à comunicação social no final da entrega do "Prémio Dário Moreira de Castro Alves", atribuído pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), ao jurista brasileiro José Paulo Cavalcanti Filho, em Lisboa.

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