António Filipe Pimentel, diretor do Museu Nacional de Arte Antiga: "Sou muito fiel aos colunistas da Revista"

05-10-2013
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Com que regularidade lê o Expresso?

Leio o Expresso com regularidade.

Quando e onde compra?

Tendo a comprá-lo no mesmo sítio, mas como a tenho uma vida um pouco ziguezagueante, sou mais disciplinado a comprar do que com o 'fornecedor'. Mas compro ao sábado, por regra.

Por onde começa?

Começo da última página para a primeira. Primeiro passo os olhos pelo Atual, depois pela Revista, depois pelo jornal e depois volto à Revista. Assim permite partilha. Se há duas pessoas a ler, cada uma vai pegando na sua parte. Não costumava prestar atenção ao caderno de Economia, mas agora comecei a prestar, a tanto a vida nos obriga.

Quais os cadernos preferidos?

Globalmente, gosto mais da Revista, sou um devoto há muitos anos das crónicas da Clara Ferreira Alves e do Padre Tolentino Mendonça, mas o Atual é um caderno que nos mantém atualizados sobre o movimento cultural, como o nome indica.

E os colunistas de que mais gosta?

Varia um pouco. Sou muito fiel aos colunistas da Revista, desde logo ao Comendador Marques de Correia, que tendo a não perder. Gosto muito do Martim Avillez Figueiredo na parte de Economia. Gosto de ler o Rui Ramos. Com um espírito diferente, a Maria Filomena Mónica.

O que mudava no Expresso?

Francamente acho que mudava a atenção à cultura. O Atual é um caderno muito focado na arte contemporânea e só agora começa a prestar atenção ao património.

Com que regularidade lê o Expresso?

Leio o Expresso com regularidade.

Quando e onde compra?

Tendo a comprá-lo no mesmo sítio, mas como a tenho uma vida um pouco ziguezagueante, sou mais disciplinado a comprar do que com o 'fornecedor'. Mas compro ao sábado, por regra.

Por onde começa?

Começo da última página para a primeira. Primeiro passo os olhos pelo Atual, depois pela Revista, depois pelo jornal e depois volto à Revista. Assim permite partilha. Se há duas pessoas a ler, cada uma vai pegando na sua parte. Não costumava prestar atenção ao caderno de Economia, mas agora comecei a prestar, a tanto a vida nos obriga.

Quais os cadernos preferidos?

Globalmente, gosto mais da Revista, sou um devoto há muitos anos das crónicas da Clara Ferreira Alves e do Padre Tolentino Mendonça, mas o Atual é um caderno que nos mantém atualizados sobre o movimento cultural, como o nome indica.

E os colunistas de que mais gosta?

Varia um pouco. Sou muito fiel aos colunistas da Revista, desde logo ao Comendador Marques de Correia, que tendo a não perder. Gosto muito do Martim Avillez Figueiredo na parte de Economia. Gosto de ler o Rui Ramos. Com um espírito diferente, a Maria Filomena Mónica.

O que mudava no Expresso?

Francamente acho que mudava a atenção à cultura. O Atual é um caderno muito focado na arte contemporânea e só agora começa a prestar atenção ao património.

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