Quando surges na noite, quando avançasporque o som do batuque por ti chama,teu corpo negro é chama que me inflama,quando surges na noite, quando danças...Quando danças, cantando as esperançase os desesperos todos de quem ama,teu corpo negro é fogo que derramafebre nas almas que repousam mansas.Tu vens dançando (tudo em mim se agita)e vens cantando (tudo em mim já grita),quando surges em noite de queimada...Depois, somos os dois, no mesmo abraço,num batuque só nosso, num compassomais febril do que toda a batucada!
Quando surges na noite, quando avançasporque o som do batuque por ti chama,teu corpo negro é chama que me inflama,quando surges na noite, quando danças...Quando danças, cantando as esperançase os desesperos todos de quem ama,teu corpo negro é fogo que derramafebre nas almas que repousam mansas.Tu vens dançando (tudo em mim se agita)e vens cantando (tudo em mim já grita),quando surges em noite de queimada...Depois, somos os dois, no mesmo abraço,num batuque só nosso, num compassomais febril do que toda a batucada!