Kitanda: Agora Mesmo

30-06-2011
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Está gente a morrer agora mesmo em qualquer ladoEstá gente a morrer e nós tambémEstá gente a despedir-se sem saber que paraSempreEste som já passou Este gesto tambémNinguém se banha duas vezes no mesmo instanteTu próprio te despedes de ti próprioNão és o mesmo que escreveu o verso atrásJá estás diferente neste verso e vais com eleOs amantes agarram-se desesperadamenteEis como se beijam e mordem e por vezes choramMais do que ninguém eles sabem que estão a[despedir-seA Terra gira e nós também A Terra morre e nósTambémNão é possível parar o turbilhãoHá um ciclone invisível em cada instanteOs pássaros voam sobre a própria despedidaAs folhas vão-se e nósTambémNão é vento É movimento fluir do tempo amor e morteAgora mesmo e para todo o sempreAmen

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Está gente a morrer agora mesmo em qualquer ladoEstá gente a morrer e nós tambémEstá gente a despedir-se sem saber que paraSempreEste som já passou Este gesto tambémNinguém se banha duas vezes no mesmo instanteTu próprio te despedes de ti próprioNão és o mesmo que escreveu o verso atrásJá estás diferente neste verso e vais com eleOs amantes agarram-se desesperadamenteEis como se beijam e mordem e por vezes choramMais do que ninguém eles sabem que estão a[despedir-seA Terra gira e nós também A Terra morre e nósTambémNão é possível parar o turbilhãoHá um ciclone invisível em cada instanteOs pássaros voam sobre a própria despedidaAs folhas vão-se e nósTambémNão é vento É movimento fluir do tempo amor e morteAgora mesmo e para todo o sempreAmen

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