À página «cento e vinte e sete» de Gedeão
Anny Pereira
A ti,que eu não conheço e amocom a intensidade das marésem dia de calema na restinga do LobitoA ti,que eu não conheço e amocom as cores das queimadasque iluminam os planaltos do Huambo e do BiéA ti,que eu não conheço e amocom o cheiro a mangas e maresia do MussuloA ti,que eu não conheço e amono café torrado do Kwanza Sul e Kwanza NorteA ti,que eu não conheço e amocom a doçura de itebe e saka-foya de CabindaA ti,que eu não conheço e amoe ainda degusto no veado e na pacaça da QuiçamaA ti, meu amoreu ofereço toda a sinestesiadesta terra onde nascie onde espero um dia conhecer-te.
À página «cento e vinte e sete» de Gedeão
Anny Pereira
A ti,que eu não conheço e amocom a intensidade das marésem dia de calema na restinga do LobitoA ti,que eu não conheço e amocom as cores das queimadasque iluminam os planaltos do Huambo e do BiéA ti,que eu não conheço e amocom o cheiro a mangas e maresia do MussuloA ti,que eu não conheço e amono café torrado do Kwanza Sul e Kwanza NorteA ti,que eu não conheço e amocom a doçura de itebe e saka-foya de CabindaA ti,que eu não conheço e amoe ainda degusto no veado e na pacaça da QuiçamaA ti, meu amoreu ofereço toda a sinestesiadesta terra onde nascie onde espero um dia conhecer-te.