Almeida Henriques: "Uma economia justa reclama corresponsabilização"

24-01-2012
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17.JAN.2012 18:22

Almeida Henriques: "Uma economia justa reclama corresponsabilização"

Para o secretário de Estado o acordo da concertação social tem " significado especial porque acontece num momento crítico da vida nacional"

O secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional considerou hoje que uma "economia justa reclama corresponsabilização" e que o acordo na concertação é um sinal de isso é possível.

António Almeida Henriques falava no encerramento do primeiro dia do IV congresso da APED - Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, em Lisboa.

"Uma economia justa reclama corresponsabilização. Das instituições, das forças políticas, das empresas, dos cidadãos. O acordo de concertação social alcançado esta madrugada, para a reforma laboral, é um sinal de que esse patamar de corresponsabilidade é possível", afirmou o governante.

"Este acordo reveste-se de um significado especial porque acontece num momento crítico da vida nacional", disse Almeida Henriques.

"Porque as suas medidas de reforma e ajustamento são positivas e promissoras, mas também porque simboliza um espírito de convergência em nome do interesse comum", acrescentou.

Sobre o congresso, Almeida Henriques considerou a iniciativa "reveladora da vontade das marcas e das empresas portuguesas, ou que operam em Portugal, em 'olhar o futuro' é um bom lema no momento em que atravessamos", "é como uma flecha dirigida ao presente".

O secretário de Estado defendeu, tendo em conta a atual situação económica, que a internacionalização "é uma prioridade" e a "palavra-chave" para "ganhar o futuro".

"Diversificar e procurar novos mercados, sobretudo os que apresentam maior potencial de crescimento rápido é vital", sublinhou o governante.

"Contamos com o tecido associativo no cumprimento desta prioridade. E contamos com as médias e grandes empresas, que podem servir de plataformas para a internacionalização de outros ativos", disse.

"As empresas com grande experiência exportadora são âncoras da nossa internacionalização", acrescentou.

A linha PME Crescimento, dotada com 1.500 milhões de euros, a aceleração significativa do fluxo de pagamentos dos fundos comunitários no segundo semestre do ano passado, a proposta do novo código das insolvências e a reprogramação do QREN foram alguns dos exemplos dados por Almeida Henriques de medidas de apoio às empresas portuguesas.

Sobre o QREN, até ao momento faltam ainda executar 14 mil milhões de euros de fundos comunitários. Até 2015, disse, a economia portuguesa passará a receber uma injeção anual superior a 3.000 milhões de euros.

"É, pois, altura de recentrar objetivos, de refocalizar metas e apostas. E de concretizar", por isso "serão lançados novos instrumentos de apoio à criação ou consolidação de redes de empresas exportadoras, que deem corpo a esta visão de internacionalização".

Dinheiro Vivo | Lusa

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Para o secretário de Estado o acordo da concertação social tem " significado especial porque acontece num momento crítico da vida nacional"

O secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional considerou hoje que uma "economia justa reclama corresponsabilização" e que o acordo na concertação é um sinal de isso é possível.

António Almeida Henriques falava no encerramento do primeiro dia do IV congresso da APED - Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, em Lisboa.

"Uma economia justa reclama corresponsabilização. Das instituições, das forças políticas, das empresas, dos cidadãos. O acordo de concertação social alcançado esta madrugada, para a reforma laboral, é um sinal de que esse patamar de corresponsabilidade é possível", afirmou o governante.

"Este acordo reveste-se de um significado especial porque acontece num momento crítico da vida nacional", disse Almeida Henriques.

"Porque as suas medidas de reforma e ajustamento são positivas e promissoras, mas também porque simboliza um espírito de convergência em nome do interesse comum", acrescentou.

Sobre o congresso, Almeida Henriques considerou a iniciativa "reveladora da vontade das marcas e das empresas portuguesas, ou que operam em Portugal, em 'olhar o futuro' é um bom lema no momento em que atravessamos", "é como uma flecha dirigida ao presente".

O secretário de Estado defendeu, tendo em conta a atual situação económica, que a internacionalização "é uma prioridade" e a "palavra-chave" para "ganhar o futuro".

"Diversificar e procurar novos mercados, sobretudo os que apresentam maior potencial de crescimento rápido é vital", sublinhou o governante.

"Contamos com o tecido associativo no cumprimento desta prioridade. E contamos com as médias e grandes empresas, que podem servir de plataformas para a internacionalização de outros ativos", disse.

"As empresas com grande experiência exportadora são âncoras da nossa internacionalização", acrescentou.

A linha PME Crescimento, dotada com 1.500 milhões de euros, a aceleração significativa do fluxo de pagamentos dos fundos comunitários no segundo semestre do ano passado, a proposta do novo código das insolvências e a reprogramação do QREN foram alguns dos exemplos dados por Almeida Henriques de medidas de apoio às empresas portuguesas.

Sobre o QREN, até ao momento faltam ainda executar 14 mil milhões de euros de fundos comunitários. Até 2015, disse, a economia portuguesa passará a receber uma injeção anual superior a 3.000 milhões de euros.

"É, pois, altura de recentrar objetivos, de refocalizar metas e apostas. E de concretizar", por isso "serão lançados novos instrumentos de apoio à criação ou consolidação de redes de empresas exportadoras, que deem corpo a esta visão de internacionalização".

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