As declarações do primeiro-ministro, que recusou qualquer aumento de impostos para a generalidade dos cidadãos com deficiências, foram proferidas à entrada para uma reunião com o Grupo Parlamentar do PS, na Assembleia da República.
“Há muita gente que criticou sem ter lido primeiro o Orçamento do Estado”, afirmou José Sócrates.
Segundo o primeiro-ministro, a proposta do Governo apenas “introduziu modificações para introduzir maior justiça” ao nível da repartição dos benefícios fiscais destinados a cidadãos com deficiência.
Sócrates não se referiu às críticas a este propósito feitas pelo ex-candidato presidencial e deputado do PS Manuel Alegre, alegando que as desconhece. Mas reiterou que o seu executivo dará “mais [benefícios fiscais] aos mais pobres e aos mais dependentes”.
Nas declarações que fez aos jornalistas, referiu que “é outro engano” referir-se que a despesa pública não vai reduzir-se em 2007.
“A despesa pública do Estado vai diminuir em termos reais no próximo ano. Pela primeira vez em 30 anos, a despesa pública desce dois anos consecutivos”, sustentou.
Ainda de acordo com José Sócrates, no próximo ano, “a despesa pública nominal sobe menos do que a inflação prevista”, o que constituirá um “factor de confiança e de credibilidade para os agentes económicos”.
Tendo ao seu lado o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e o líder da bancada do PS, Alberto Martins, o chefe do Governo rejeitou que a reforma da administração pública tenha registado um ano de atraso na sua aplicação.
De acordo com o primeiro-ministro, “a reforma da administração central terá já efeitos em 2007” e não apenas em 2008.
Justificou ainda a redução das deduções específicas dos reformados com pensões mais elevados, alegando que era injusto o anterior sistema, em que um cidadão ganhava mais na situação de reforma do que quando se encontrava na vida activa.
Ainda de acordo com José Sócrates, “2007 será também um ano em que se registará uma operação de combate à pobreza, com o complemento solidário para idosos a ser pago a todos os cidadãos com idade igual ou superior a 70 anos”.
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As declarações do primeiro-ministro, que recusou qualquer aumento de impostos para a generalidade dos cidadãos com deficiências, foram proferidas à entrada para uma reunião com o Grupo Parlamentar do PS, na Assembleia da República.
“Há muita gente que criticou sem ter lido primeiro o Orçamento do Estado”, afirmou José Sócrates.
Segundo o primeiro-ministro, a proposta do Governo apenas “introduziu modificações para introduzir maior justiça” ao nível da repartição dos benefícios fiscais destinados a cidadãos com deficiência.
Sócrates não se referiu às críticas a este propósito feitas pelo ex-candidato presidencial e deputado do PS Manuel Alegre, alegando que as desconhece. Mas reiterou que o seu executivo dará “mais [benefícios fiscais] aos mais pobres e aos mais dependentes”.
Nas declarações que fez aos jornalistas, referiu que “é outro engano” referir-se que a despesa pública não vai reduzir-se em 2007.
“A despesa pública do Estado vai diminuir em termos reais no próximo ano. Pela primeira vez em 30 anos, a despesa pública desce dois anos consecutivos”, sustentou.
Ainda de acordo com José Sócrates, no próximo ano, “a despesa pública nominal sobe menos do que a inflação prevista”, o que constituirá um “factor de confiança e de credibilidade para os agentes económicos”.
Tendo ao seu lado o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, e o líder da bancada do PS, Alberto Martins, o chefe do Governo rejeitou que a reforma da administração pública tenha registado um ano de atraso na sua aplicação.
De acordo com o primeiro-ministro, “a reforma da administração central terá já efeitos em 2007” e não apenas em 2008.
Justificou ainda a redução das deduções específicas dos reformados com pensões mais elevados, alegando que era injusto o anterior sistema, em que um cidadão ganhava mais na situação de reforma do que quando se encontrava na vida activa.
Ainda de acordo com José Sócrates, “2007 será também um ano em que se registará uma operação de combate à pobreza, com o complemento solidário para idosos a ser pago a todos os cidadãos com idade igual ou superior a 70 anos”.