"Regresso à AR é como um virar de página"

13-10-2015
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O ex-porta-voz socialista afirmou que ele próprio e o PS, na sequência das decisões judiciais sobre o processo Casa Pia, entenderam estarem reunidas as condições para regressar ao lugar de deputado.

O ex-porta-voz socialista Paulo Pedroso afirmou hoje que ele próprio e o PS, na sequência das decisões judiciais sobre o processo Casa Pia, entenderam estarem reunidas as condições para regressar ao exercício do lugar de deputado.

"Sinto o meu regresso à Assembleia da República como um virar de página. É o fim de um ciclo", declarou Paulo Pedroso à agência Lusa.

A decisão do regresso de Paulo Pedroso ao lugar de deputado do PS, já na próxima segunda-feira, para o qual foi eleito pelo círculo de Setúbal, foi anunciada pelo líder da bancada do PS, Alberto Martins.

Paulo Pedroso suspendeu o mandato em 2003, depois de ter sido detido no processo Casa Pia, mas candidatou-se de novo nas eleições de 2005, em 10º lugar na lista do PS por Setúbal.

Falando cinco dias depois de o tribunal lhe ter dado razão no âmbito do processo Casa Pia, considerando a sua detenção um "erro grosseiro", Paulo Pedroso justificou à agência Lusa os motivos do seu regresso à vida política activa.

"Em 2005, comuniquei que me sentia impedido de exercer o mandato parlamentar, na sequência de um compromisso publicamente assumido com o secretário-geral do partido, José Sócrates, e por mim próprio. Não exerci nenhuma função política até que o processo [Casa Pia] estivesse concluído", frisou o ex-porta-voz socialista.

No entanto, segundo o "ex-número dois" da direcção de Ferro Rodrigues, as circunstâncias agora mudaram na sequência de vitórias que obteve em tribunal.

"Com o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de finais de 2005 e a sentença do Tribunal Cível de Lisboa, de que fui notificado no início deste semana, o PS, o seu Grupo Parlamentar e eu próprio entendemos que estavam ultrapassados os motivos para o impedimento. Foi isso que comuniquei na carta que escrevi ao presidente da Assembleia da República [Jaime Gama]", justificou o ex-ministro do segundo Governo de António Guterres.

Interrogado sobre a forma como encara o seu regresso à vida política activa, Paulo Pedroso disse encarar a decisão de assumir o lugar de deputado no Parlamento "como um virar de página".

"É o fim de um ciclo em que fiz tudo o que me foi possível para que toda a verdade fosse apurada. Agora, a vida deve continuar. Sinto que deve continuar plenamente o meu contributo para as causas em que acredito", acrescentou o ex-dirigente socialista.

O ex-porta-voz socialista afirmou que ele próprio e o PS, na sequência das decisões judiciais sobre o processo Casa Pia, entenderam estarem reunidas as condições para regressar ao lugar de deputado.

O ex-porta-voz socialista Paulo Pedroso afirmou hoje que ele próprio e o PS, na sequência das decisões judiciais sobre o processo Casa Pia, entenderam estarem reunidas as condições para regressar ao exercício do lugar de deputado.

"Sinto o meu regresso à Assembleia da República como um virar de página. É o fim de um ciclo", declarou Paulo Pedroso à agência Lusa.

A decisão do regresso de Paulo Pedroso ao lugar de deputado do PS, já na próxima segunda-feira, para o qual foi eleito pelo círculo de Setúbal, foi anunciada pelo líder da bancada do PS, Alberto Martins.

Paulo Pedroso suspendeu o mandato em 2003, depois de ter sido detido no processo Casa Pia, mas candidatou-se de novo nas eleições de 2005, em 10º lugar na lista do PS por Setúbal.

Falando cinco dias depois de o tribunal lhe ter dado razão no âmbito do processo Casa Pia, considerando a sua detenção um "erro grosseiro", Paulo Pedroso justificou à agência Lusa os motivos do seu regresso à vida política activa.

"Em 2005, comuniquei que me sentia impedido de exercer o mandato parlamentar, na sequência de um compromisso publicamente assumido com o secretário-geral do partido, José Sócrates, e por mim próprio. Não exerci nenhuma função política até que o processo [Casa Pia] estivesse concluído", frisou o ex-porta-voz socialista.

No entanto, segundo o "ex-número dois" da direcção de Ferro Rodrigues, as circunstâncias agora mudaram na sequência de vitórias que obteve em tribunal.

"Com o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de finais de 2005 e a sentença do Tribunal Cível de Lisboa, de que fui notificado no início deste semana, o PS, o seu Grupo Parlamentar e eu próprio entendemos que estavam ultrapassados os motivos para o impedimento. Foi isso que comuniquei na carta que escrevi ao presidente da Assembleia da República [Jaime Gama]", justificou o ex-ministro do segundo Governo de António Guterres.

Interrogado sobre a forma como encara o seu regresso à vida política activa, Paulo Pedroso disse encarar a decisão de assumir o lugar de deputado no Parlamento "como um virar de página".

"É o fim de um ciclo em que fiz tudo o que me foi possível para que toda a verdade fosse apurada. Agora, a vida deve continuar. Sinto que deve continuar plenamente o meu contributo para as causas em que acredito", acrescentou o ex-dirigente socialista.

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