PwC valida balanço do Novo Banco em Novembro
Filipe Alves
filipe.alves@economico.pt
04 Out 2014
A auditora PricewaterhouseCoopers (PwC) deverá concluir a auditoria ao balanço zero do Novo Banco até meados de Novembro, disseram fontes ligadas ao processo ao Económico.
Tal como noticiado na edição de hoje do Diário Económico, o balanço zero do Novo Banco já está finalizado, prevendo-se, neste momento, que a instituição liderada por Eduardo Stock da Cunha não necessite de mais capital, para além dos 4,9 mil milhões de euros que o Fundo de Resolução injectou. Mas a certeza absoluta só existirá quando os números estiverem auditados pela PwC, num processo de verificação que terá lugar de forma exaustiva, de modo a evitar novos embaraços e surpresas para supervisores e auditores.
Certo é que, dois meses depois da intervenção que dividiu o antigo BES em "bom" e "mau", que teve lugar a 3 de Agosto, o caso continua na ordem do dia. Na próxima quarta-feira, o governador do Banco de Portugal, às 9h, e a ministra das Finanças, às 11h30, vão prestar esclarecimentos no Parlamento.
Os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças vão pedir explicações sobre as razões que levaram à saída da administração liderada por Vítor Bento, nomeadamente as diferenças de visão e estratégia quanto ao futuro do Novo Banco. Bento defendia um plano a médio prazo, que possibilitasse a recuperação do valor da instituição, enquanto o Governo, o Banco de Portugal e os bancos contribuintes do Fundo de Resolução pretendem que seja alienado no espaço de tempo mais curto possível, alegando a necessidade de minimizar as perdas.
A venda do Novo Banco ter lugar nos próximos meses.
O balanço auditado não é essencial para o processo poder avançar, já que os eventuais compradores realizarão um processo de 'due dilligence'.
Conteúdo publicado no Económico à Uma. Subscreva aqui.
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PwC valida balanço do Novo Banco em Novembro
Filipe Alves
filipe.alves@economico.pt
04 Out 2014
A auditora PricewaterhouseCoopers (PwC) deverá concluir a auditoria ao balanço zero do Novo Banco até meados de Novembro, disseram fontes ligadas ao processo ao Económico.
Tal como noticiado na edição de hoje do Diário Económico, o balanço zero do Novo Banco já está finalizado, prevendo-se, neste momento, que a instituição liderada por Eduardo Stock da Cunha não necessite de mais capital, para além dos 4,9 mil milhões de euros que o Fundo de Resolução injectou. Mas a certeza absoluta só existirá quando os números estiverem auditados pela PwC, num processo de verificação que terá lugar de forma exaustiva, de modo a evitar novos embaraços e surpresas para supervisores e auditores.
Certo é que, dois meses depois da intervenção que dividiu o antigo BES em "bom" e "mau", que teve lugar a 3 de Agosto, o caso continua na ordem do dia. Na próxima quarta-feira, o governador do Banco de Portugal, às 9h, e a ministra das Finanças, às 11h30, vão prestar esclarecimentos no Parlamento.
Os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças vão pedir explicações sobre as razões que levaram à saída da administração liderada por Vítor Bento, nomeadamente as diferenças de visão e estratégia quanto ao futuro do Novo Banco. Bento defendia um plano a médio prazo, que possibilitasse a recuperação do valor da instituição, enquanto o Governo, o Banco de Portugal e os bancos contribuintes do Fundo de Resolução pretendem que seja alienado no espaço de tempo mais curto possível, alegando a necessidade de minimizar as perdas.
A venda do Novo Banco ter lugar nos próximos meses.
O balanço auditado não é essencial para o processo poder avançar, já que os eventuais compradores realizarão um processo de 'due dilligence'.
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