“(…) de acordo com os dados do Eurostat, a produtividade laboral “per capita” em Portugal é de 76% da média da União Europeia. Infelizmente, restringindo um pouco o critério, a fim de eliminar as distorções associadas à inclusão indiferenciada do trabalho a tempo inteiro ou a tempo parcial, isto é, analisando a produtividade laboral por cada hora de trabalho, concluímos que a divergência se acentua, representando a produtividade nacional apenas 65% da média da União Europeia. Mais, por comparação com a Alemanha, deduz-se a seguinte tragédia estatística: como os alemães, por cada hora trabalhada, em média produzem mais 24% que o trabalhador médio europeu (ou seja, 124% da média da União Europeia), segue-se como corolário que em Portugal a produtividade por hora é metade daquela que existe na Alemanha.”, um trecho do artigo que hoje publico na Vida Económica.
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“(…) de acordo com os dados do Eurostat, a produtividade laboral “per capita” em Portugal é de 76% da média da União Europeia. Infelizmente, restringindo um pouco o critério, a fim de eliminar as distorções associadas à inclusão indiferenciada do trabalho a tempo inteiro ou a tempo parcial, isto é, analisando a produtividade laboral por cada hora de trabalho, concluímos que a divergência se acentua, representando a produtividade nacional apenas 65% da média da União Europeia. Mais, por comparação com a Alemanha, deduz-se a seguinte tragédia estatística: como os alemães, por cada hora trabalhada, em média produzem mais 24% que o trabalhador médio europeu (ou seja, 124% da média da União Europeia), segue-se como corolário que em Portugal a produtividade por hora é metade daquela que existe na Alemanha.”, um trecho do artigo que hoje publico na Vida Económica.
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