África do Sul investe 26 milhões e organiza a Taça das Nações

31-01-2013
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Sul-africanos aproveitam infra-estruturas do Mundial 2010. Competição começa amanhã com a estreia cabo-verdiana em fases finais.

Há dois anos e meio, a África do Sul recebeu as maiores vedetas do futebol e investiu 3,2 mil milhões de euros num Mundial que rendeu 2,4 mil milhões à FIFA e 390 milhões ao governo em receitas com 309 mil turistas. Entre amanhã (estreia com Cabo Verde, às 15h45 no Eurosport) e 10 de Fevereiro, como organizadores da 29ª Taça das Nações Africanas, os sul-africanos tiram partido das infra-estruturas criadas, aplicam 26 milhões de euros e tentam repetir 1996 quando venceram a prova que organizavam pela primeira vez.

"Neste caso, as oportunidades de negócio são muito mais limitadas, não se trata de um Campeonato do Mundo", avisou Mvuzo Mbebe, director-executivo da Federação e responsável pelo Comité Organizador (LOC). Os direitos comerciais de uma prova que se realiza desde 1957 e tem o Egipto como líder de triunfos (sete) pertencem à Confederação Africana (CAF), significando isso que, tal como sucedeu no Mundial, a maior parcela de receitas não entrará nos cofres do país.

Sul-africanos aproveitam infra-estruturas do Mundial 2010. Competição começa amanhã com a estreia cabo-verdiana em fases finais.

Há dois anos e meio, a África do Sul recebeu as maiores vedetas do futebol e investiu 3,2 mil milhões de euros num Mundial que rendeu 2,4 mil milhões à FIFA e 390 milhões ao governo em receitas com 309 mil turistas. Entre amanhã (estreia com Cabo Verde, às 15h45 no Eurosport) e 10 de Fevereiro, como organizadores da 29ª Taça das Nações Africanas, os sul-africanos tiram partido das infra-estruturas criadas, aplicam 26 milhões de euros e tentam repetir 1996 quando venceram a prova que organizavam pela primeira vez.

"Neste caso, as oportunidades de negócio são muito mais limitadas, não se trata de um Campeonato do Mundo", avisou Mvuzo Mbebe, director-executivo da Federação e responsável pelo Comité Organizador (LOC). Os direitos comerciais de uma prova que se realiza desde 1957 e tem o Egipto como líder de triunfos (sete) pertencem à Confederação Africana (CAF), significando isso que, tal como sucedeu no Mundial, a maior parcela de receitas não entrará nos cofres do país.

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