António Costa defende que o subsídio de Natal deve ser pago em Novembro e não em duodécimos. "É assim que deve voltar a ser", afirma o líder socialista.
Costa respondia a perguntas dos internautas através de uma sessão ao vivo no Facebook da sua candidatura, a partir do Largo do Rato.
Isto significa que os funcionários públicos e os aposentados da Função Pública passam a receber o subsídio de Natal em Novembro, caso o PS vença as eleições de 4 de Outubro. No caso dos trabalhadores do sector privado, o modo de recebimento do subsídio de Natal é opcional (podendo ser em duodécimos ou concentrado num só mês, com algumas empresas a pagar em Dezembro e outras em Novembro).
"Não há nenhuma razão para uma distribuição [do subsídio de Natal] em duodécimos", afirmou Costa, acrescentando que esse subsídio "deve ser pago com o vencimento correspondente ao mês de Novembro".
"É assim que deve voltar a ser na Administração Pública e no sector privado" como se entender mais razoável, justificou.
O Orçamento do Estado para este ano prevê que o pagamento do subsídio de Natal aos funcionários públicos e reformados do Estado seja feito em duodécimosm sendo opcional para o sector privado. Esta possibilidade foi criada pelo actual Governo para compensar a redução de rendimentos durante a aplicação do programa de austeridade imposto pela troika.
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António Costa defende que o subsídio de Natal deve ser pago em Novembro e não em duodécimos. "É assim que deve voltar a ser", afirma o líder socialista.
Costa respondia a perguntas dos internautas através de uma sessão ao vivo no Facebook da sua candidatura, a partir do Largo do Rato.
Isto significa que os funcionários públicos e os aposentados da Função Pública passam a receber o subsídio de Natal em Novembro, caso o PS vença as eleições de 4 de Outubro. No caso dos trabalhadores do sector privado, o modo de recebimento do subsídio de Natal é opcional (podendo ser em duodécimos ou concentrado num só mês, com algumas empresas a pagar em Dezembro e outras em Novembro).
"Não há nenhuma razão para uma distribuição [do subsídio de Natal] em duodécimos", afirmou Costa, acrescentando que esse subsídio "deve ser pago com o vencimento correspondente ao mês de Novembro".
"É assim que deve voltar a ser na Administração Pública e no sector privado" como se entender mais razoável, justificou.
O Orçamento do Estado para este ano prevê que o pagamento do subsídio de Natal aos funcionários públicos e reformados do Estado seja feito em duodécimosm sendo opcional para o sector privado. Esta possibilidade foi criada pelo actual Governo para compensar a redução de rendimentos durante a aplicação do programa de austeridade imposto pela troika.