Em cinquenta anos, verificaram-se dois ou três acidentes, cujos efeitos negativos — quase sempre empolados — foram muito menos danosos para a saúde pública do que as colossais emissões de gases cancerígenos da energia petrolífera. Isto sem contar as marés negras e descargas selvagens em alto-mar.
Falemos claro: — as chuvas ácidas que destroem as florestas, as marés negras que devastam as costas, os gases de combustão automóvel que corroem os monumentos históricos, os aerossóis carbónicos que provocam doenças respiratórias — tudo em nome da indústria do petróleo, que todo lo puede — são males bem mais evidentes que os fantasmáticos perigos da energia nuclear. Clark elenca medidas necessárias para que Portugal encontre o seu rumo de vida. Concordo com algumas. Discordo de outras. Abomino umas quantas. Chamou-me a atenção o ponto relativo à energia nuclear. Daí este postal. Já havia entrevisto a conveniência de uma nota sobre o tema depois de ler no Portal Nacionalista um excelente artigo de James Lovelock. Hoje em dia, a energia nuclear é a mais segura e a menos poluente. E neste ponto vai coincidindo um número crescente de ambientalistas Em cinquenta anos, verificaram-se dois ou três acidentes, cujos efeitos negativos — quase sempre empolados — foram muito menos danosos para a saúde pública do que as colossais emissões de gases cancerígenos da energia petrolífera. Isto sem contar as marés negras e descargas selvagens em alto-mar.Falemos claro: — as chuvas ácidas que destroem as florestas, as marés negras que devastam as costas, os gases de combustão automóvel que corroem os monumentos históricos, os aerossóis carbónicos que provocam doenças respiratórias — tudo em nome da indústria do petróleo, que todo lo puede — são males bem mais evidentes que os fantasmáticos perigos da energia nuclear.
Instalar dois ou três reactores em Portugal e assegurar assim a independência energética do país — eis uma política de interesse público, a prosseguir por quem tenha cojones, coisa difícil de encontrar, segundo os especialistas, no elenco do actual governo. Excepção feita à sra. Isabel Pires de Lima, que é de gancho.
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Em cinquenta anos, verificaram-se dois ou três acidentes, cujos efeitos negativos — quase sempre empolados — foram muito menos danosos para a saúde pública do que as colossais emissões de gases cancerígenos da energia petrolífera. Isto sem contar as marés negras e descargas selvagens em alto-mar.
Falemos claro: — as chuvas ácidas que destroem as florestas, as marés negras que devastam as costas, os gases de combustão automóvel que corroem os monumentos históricos, os aerossóis carbónicos que provocam doenças respiratórias — tudo em nome da indústria do petróleo, que todo lo puede — são males bem mais evidentes que os fantasmáticos perigos da energia nuclear. Clark elenca medidas necessárias para que Portugal encontre o seu rumo de vida. Concordo com algumas. Discordo de outras. Abomino umas quantas. Chamou-me a atenção o ponto relativo à energia nuclear. Daí este postal. Já havia entrevisto a conveniência de uma nota sobre o tema depois de ler no Portal Nacionalista um excelente artigo de James Lovelock. Hoje em dia, a energia nuclear é a mais segura e a menos poluente. E neste ponto vai coincidindo um número crescente de ambientalistas Em cinquenta anos, verificaram-se dois ou três acidentes, cujos efeitos negativos — quase sempre empolados — foram muito menos danosos para a saúde pública do que as colossais emissões de gases cancerígenos da energia petrolífera. Isto sem contar as marés negras e descargas selvagens em alto-mar.Falemos claro: — as chuvas ácidas que destroem as florestas, as marés negras que devastam as costas, os gases de combustão automóvel que corroem os monumentos históricos, os aerossóis carbónicos que provocam doenças respiratórias — tudo em nome da indústria do petróleo, que todo lo puede — são males bem mais evidentes que os fantasmáticos perigos da energia nuclear.
Instalar dois ou três reactores em Portugal e assegurar assim a independência energética do país — eis uma política de interesse público, a prosseguir por quem tenha cojones, coisa difícil de encontrar, segundo os especialistas, no elenco do actual governo. Excepção feita à sra. Isabel Pires de Lima, que é de gancho.