Esta Lisboa que eu amo: "O Campo Pequeno de Novo em Grande"

03-10-2009
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A gala de reabertura da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, decorreu hoje em clima de festa e música para cerca de 4.800 convidados, alguns deles chegados em charretes. A representar o Governo esteve a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que em declarações à Agência Lusa afirmou que a reabertura deste espaço «é um dia de festa que decorre de ter sido possível, através da sociedade civil, reabrir este espaço com muito mais valências».«É uma valorização do património cultural e imóvel da cidade», referiu a ministra destacando que a praça de touros passa a ter «muito mais virtualidades acolhendo espectáculos de diversas naturezas».Afirmando não ser uma aficionada Isabel Pires de Lima destacou que as touradas «são uma tradição portuguesa que importa preservar dentro das regras verdadeiramente tradicionais, que passam por não matar o touro».O encenador do espectáculo que fez a abertura da Praça de Touros, Filipe La Féria, explicou que estão mais de 600 pessoas envolvidas e que se pretende mostrar que «a Praça além de ser o centro de eleição da arte taurina é também um espaço para a moda, rock, musicais e concertos». «É um grande palco no coração da cidade de Lisboa», sublinhou.A gala começou com uma exibição do cavalo lusitano pelo Centro Equestre da Lezíria Grande de Luís Valença, da Associação Nacional de Dressage, com a colaboração da Escola Portuguesa d'Arte Equestre de Queluz.No espectáculo o toureiro Pedrito de Portugal e o veterano dos cavaleiros portugueses Luís Miguel Veiga fizeram uma lide acompanhada de fado e flamengo.De excertos da ópera «Carmen», de Bizet, interpretados pelos cantores Juliana Mogé e Mário Redondo, a um espectáculo de flamenco pelo grupo de sevilhanas Serva La Bari, Joaquim Moreno e o guitarrista El Pulga, a gala conta ainda com um espectáculo de fado, com a participação de José da Cambra, Marina Mota, Cátia Garcia, António Pinto Basto, Francisco Sobral e Iola Dinis.Mais de cem actores, bailarinos e acrobatas, entre os quais Simone de Oliveira, Wanda Stuart, Henrique Feist, António Zambujo e Luísa Basto evocarão a história do Campo Pequeno, um edifício com 114 anos, de arquitectura revivalista neo-árabe.As bandas da Força Aérea, Marinha e Exército e o grupo Tocarrufar também participaram na reabertura da praça.As obras de recuperação do edifício, avaliadas em quase 60 milhões de euros, incluíram a construção de uma cobertura amovível, que abre através de um sistema de lâminas de vidro, uma estrutura prevista no projecto original do arquitecto Dias da Silva, de 1892.A inauguração da praça de touros está marcada para quinta- feira à noite, com uma corrida «à portuguesa», só com lide a cavalo, forcados e pegas, com a participação doa cavaleiros João Moura, António Ribeiro Telles e Rui Fernandos e os forcados amadores de Santarém, Montemor e Lisboa.


A gala de reabertura da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, decorreu hoje em clima de festa e música para cerca de 4.800 convidados, alguns deles chegados em charretes. A representar o Governo esteve a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, que em declarações à Agência Lusa afirmou que a reabertura deste espaço «é um dia de festa que decorre de ter sido possível, através da sociedade civil, reabrir este espaço com muito mais valências».«É uma valorização do património cultural e imóvel da cidade», referiu a ministra destacando que a praça de touros passa a ter «muito mais virtualidades acolhendo espectáculos de diversas naturezas».Afirmando não ser uma aficionada Isabel Pires de Lima destacou que as touradas «são uma tradição portuguesa que importa preservar dentro das regras verdadeiramente tradicionais, que passam por não matar o touro».O encenador do espectáculo que fez a abertura da Praça de Touros, Filipe La Féria, explicou que estão mais de 600 pessoas envolvidas e que se pretende mostrar que «a Praça além de ser o centro de eleição da arte taurina é também um espaço para a moda, rock, musicais e concertos». «É um grande palco no coração da cidade de Lisboa», sublinhou.A gala começou com uma exibição do cavalo lusitano pelo Centro Equestre da Lezíria Grande de Luís Valença, da Associação Nacional de Dressage, com a colaboração da Escola Portuguesa d'Arte Equestre de Queluz.No espectáculo o toureiro Pedrito de Portugal e o veterano dos cavaleiros portugueses Luís Miguel Veiga fizeram uma lide acompanhada de fado e flamengo.De excertos da ópera «Carmen», de Bizet, interpretados pelos cantores Juliana Mogé e Mário Redondo, a um espectáculo de flamenco pelo grupo de sevilhanas Serva La Bari, Joaquim Moreno e o guitarrista El Pulga, a gala conta ainda com um espectáculo de fado, com a participação de José da Cambra, Marina Mota, Cátia Garcia, António Pinto Basto, Francisco Sobral e Iola Dinis.Mais de cem actores, bailarinos e acrobatas, entre os quais Simone de Oliveira, Wanda Stuart, Henrique Feist, António Zambujo e Luísa Basto evocarão a história do Campo Pequeno, um edifício com 114 anos, de arquitectura revivalista neo-árabe.As bandas da Força Aérea, Marinha e Exército e o grupo Tocarrufar também participaram na reabertura da praça.As obras de recuperação do edifício, avaliadas em quase 60 milhões de euros, incluíram a construção de uma cobertura amovível, que abre através de um sistema de lâminas de vidro, uma estrutura prevista no projecto original do arquitecto Dias da Silva, de 1892.A inauguração da praça de touros está marcada para quinta- feira à noite, com uma corrida «à portuguesa», só com lide a cavalo, forcados e pegas, com a participação doa cavaleiros João Moura, António Ribeiro Telles e Rui Fernandos e os forcados amadores de Santarém, Montemor e Lisboa.

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