António Ramos Rosa é candidato à 18º edição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana, um dos galardões literários de maior prestígio no espaço hispânico. Já no ano passado, a SPA apresentara a candidatura de A. Ramos Rosa ao prémio, (facto inédito, a candidatuta dois anos seguidos do mesmo poeta) que tem a dotação pecuniária de 42100 euros. Prémio que apenas foi ganho uma vez por um(a) português(a), Sophia de Mello Breyner Andresen na edição de 2003. Sendo um dos mais prestigiados prémios literários, pretende distinguir o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor e impacto literário, constitua uma contribuição extremamente relevante para o património literário e cultural, partilhado por toda a comunidade ibero-americana. Poetas como Antonio Gamoneda, Mario Benedetti ou João Cabral de Melo Neto (para além de Sofia) já conquistaram o prémio. Estou vivo e escrevo solEu escrevo versos ao meio-diae a morte ao sol é uma cabeleiraque passa em fios frescos sobre a minha cara de vivoEstou vivo e escrevo solSe as minhas lágrimas e os meus dentes cantamno vazio frescoé porque aboli todas as mentirase não sou mais que este momento puroa coincidência perfeitano acto de escrever e solA vertigem única da verdade em ristea nulidade de todas as próximas paragensnavego para o cimotombo na claridade simplese os objectos atiram suas facese na minha língua o sol trepidaMelhor que beber vinho é mais claroser no olhar o próprio olhara maravilha é este espaço abertoa ruaum gritoa grande toalha do silêncio verde.António Ramos Rosa............................................The Animals - House of the Rising Sunhttp://www.triplov.com/poesia/ramos_rosa/index.htmhttp://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366039&idCanal=14http://www.ucm.es/info/especulo/numero33/aramosro.html
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António Ramos Rosa é candidato à 18º edição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana, um dos galardões literários de maior prestígio no espaço hispânico. Já no ano passado, a SPA apresentara a candidatura de A. Ramos Rosa ao prémio, (facto inédito, a candidatuta dois anos seguidos do mesmo poeta) que tem a dotação pecuniária de 42100 euros. Prémio que apenas foi ganho uma vez por um(a) português(a), Sophia de Mello Breyner Andresen na edição de 2003. Sendo um dos mais prestigiados prémios literários, pretende distinguir o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor e impacto literário, constitua uma contribuição extremamente relevante para o património literário e cultural, partilhado por toda a comunidade ibero-americana. Poetas como Antonio Gamoneda, Mario Benedetti ou João Cabral de Melo Neto (para além de Sofia) já conquistaram o prémio. Estou vivo e escrevo solEu escrevo versos ao meio-diae a morte ao sol é uma cabeleiraque passa em fios frescos sobre a minha cara de vivoEstou vivo e escrevo solSe as minhas lágrimas e os meus dentes cantamno vazio frescoé porque aboli todas as mentirase não sou mais que este momento puroa coincidência perfeitano acto de escrever e solA vertigem única da verdade em ristea nulidade de todas as próximas paragensnavego para o cimotombo na claridade simplese os objectos atiram suas facese na minha língua o sol trepidaMelhor que beber vinho é mais claroser no olhar o próprio olhara maravilha é este espaço abertoa ruaum gritoa grande toalha do silêncio verde.António Ramos Rosa............................................The Animals - House of the Rising Sunhttp://www.triplov.com/poesia/ramos_rosa/index.htmhttp://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366039&idCanal=14http://www.ucm.es/info/especulo/numero33/aramosro.html