antonio boronha: os cús e as cadeiras...do poder

25-06-2009
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" Os votos da reunião magna da FPF estão distribuídos, actualmente, do seguinte modo: 50 por cento(?) para as Associações Regionais e Distritais (os votos são repartidos entre estas de acordo com o respectivo número de clubes em actividade que disputam competições não profissionais de futebol de onze e o respectivo número de praticantes homologados pela FPF); 20 por cento para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional; dez por cento para o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol; seis por cento para a Associação Nacional de Treinadores de Futebol e para Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol; três por cento para a Associação Nacional de Dirigentes de Futebol, para a Associação Nacional dos Médicos de Futebol e para a Associação Nacional de Enfermeiros Desportivos e Massagistas de Futebol."(no sítio da 'fpf')um dos temas com indiscutível importância, e actualidade, é o braço-de-ferro entre as 'associações regionais' e o secretário de estado que tutela o desporto, laurentino dias, a propósito da revisão, em baixa, como se diz nos dias de hoje, da capacidade eleitoral atribuída às 'associações regionais' (aa rr's). de 55 para 35, por cento (o link da 'fpf' está errado; fala em 50 por cento; daí a conta de merceeiro 100=95!).assim sendo, gostaria de lhes deixar a seguinte reflexão sobre o momentoso assunto:a assembleia geral da 'fpf' é constituída por 29 pessoas. com nomes (o rol não está actualizado, diga-se).uma vez que o voto é ponderado entre as 22'associações' e, 4 delas, porto, lisboa, braga e aveiro, deverão dispôr, pelas minhas contas (*), de mais de 100 votos, basta associar-lhes a 'liga de clubes' com outros 100, e duas associações de classe, fortemente subsídio-dependentes do executivo federativo como as dos 'treinadores' e 'árbitros', 30 votos cada, para termos um número superior a 250+1, ou seja, a maioria.dito de outra maneira, mais crua:para se ter 'uma maioria', numa assembleia eleitoral (ou ordinária) da 'fpf' bastam 7 pessoas em 29!é assim a modos como que um 'diagrama de pareto' mais gravoso (onde 20 por cento controlam 80 por cento da riqueza) : aqui, menos de 25% têm o poder...todo!!!.uma das razões, não a única, por que apoio a proposta do 'cnd' e, também, por que percebo as razões de gilberto madail em não a votar.(*) não conheço a repartição actual; se algúem me a 'disser', fico agradecido, antecipadamente;


" Os votos da reunião magna da FPF estão distribuídos, actualmente, do seguinte modo: 50 por cento(?) para as Associações Regionais e Distritais (os votos são repartidos entre estas de acordo com o respectivo número de clubes em actividade que disputam competições não profissionais de futebol de onze e o respectivo número de praticantes homologados pela FPF); 20 por cento para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional; dez por cento para o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol; seis por cento para a Associação Nacional de Treinadores de Futebol e para Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol; três por cento para a Associação Nacional de Dirigentes de Futebol, para a Associação Nacional dos Médicos de Futebol e para a Associação Nacional de Enfermeiros Desportivos e Massagistas de Futebol."(no sítio da 'fpf')um dos temas com indiscutível importância, e actualidade, é o braço-de-ferro entre as 'associações regionais' e o secretário de estado que tutela o desporto, laurentino dias, a propósito da revisão, em baixa, como se diz nos dias de hoje, da capacidade eleitoral atribuída às 'associações regionais' (aa rr's). de 55 para 35, por cento (o link da 'fpf' está errado; fala em 50 por cento; daí a conta de merceeiro 100=95!).assim sendo, gostaria de lhes deixar a seguinte reflexão sobre o momentoso assunto:a assembleia geral da 'fpf' é constituída por 29 pessoas. com nomes (o rol não está actualizado, diga-se).uma vez que o voto é ponderado entre as 22'associações' e, 4 delas, porto, lisboa, braga e aveiro, deverão dispôr, pelas minhas contas (*), de mais de 100 votos, basta associar-lhes a 'liga de clubes' com outros 100, e duas associações de classe, fortemente subsídio-dependentes do executivo federativo como as dos 'treinadores' e 'árbitros', 30 votos cada, para termos um número superior a 250+1, ou seja, a maioria.dito de outra maneira, mais crua:para se ter 'uma maioria', numa assembleia eleitoral (ou ordinária) da 'fpf' bastam 7 pessoas em 29!é assim a modos como que um 'diagrama de pareto' mais gravoso (onde 20 por cento controlam 80 por cento da riqueza) : aqui, menos de 25% têm o poder...todo!!!.uma das razões, não a única, por que apoio a proposta do 'cnd' e, também, por que percebo as razões de gilberto madail em não a votar.(*) não conheço a repartição actual; se algúem me a 'disser', fico agradecido, antecipadamente;

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