Costa acusa Santana de ter «uma espécie de saco azul» > Política > TVI24

29-09-2009
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António Costa, actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), mas na corrida para o mesmo lugar nas próximas autárquicas, acusou esta quarta-feira, Santana Lopes, ex-edil da capital, e candidato do PSD,, de ter usado empresas municipais como «uma espécie de saco azul» da autarquia.

Segundo escreve a agência Lusa, Costa insiste que a gestão de Santana Lopes à frente da autarquia lisboeta foi responsável pelo «descalabro da situação financeira do Município».

«Foi também distribuindo dívidas por organizações à volta da Câmara, como a EPUL e a Ambelis, e que serviam como uma espécie de saco azul para pôr as despesas que já não conseguia meter na Câmara», afirmou aos jornalistas.

E, em seguida, exemplificou: «O doutor Pedro Santana Lopes é responsável por a EPUL ter gasto 61 milhões de euros em despesas que nada tinham a ver com o objecto social e as actividades da empresa».

As críticas desta quarta-feira foram uma resposta às acusações que Santana Lopes lhe dirigiu na terça-feira, segundo as quais o executivo socialista funcionava com «um regime de excepção» no urbanismo, conseguido com «truques» legislativos.

«Total desprezo»

António Costa afirmou ainda que a gestão de Santana revelou um «total desprezo pelas formas de planeamento e de boa gestão urbanística da cidade», que foram sinalizadas na sindicância aos serviços do Urbanismo. «Não basta fazer, é preciso fazer bem. O doutor Santana Lopes fez mal. Fez mal na gestão financeira e urbanística da cidade», concluiu.

António Costa, actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), mas na corrida para o mesmo lugar nas próximas autárquicas, acusou esta quarta-feira, Santana Lopes, ex-edil da capital, e candidato do PSD,, de ter usado empresas municipais como «uma espécie de saco azul» da autarquia.

Segundo escreve a agência Lusa, Costa insiste que a gestão de Santana Lopes à frente da autarquia lisboeta foi responsável pelo «descalabro da situação financeira do Município».

«Foi também distribuindo dívidas por organizações à volta da Câmara, como a EPUL e a Ambelis, e que serviam como uma espécie de saco azul para pôr as despesas que já não conseguia meter na Câmara», afirmou aos jornalistas.

E, em seguida, exemplificou: «O doutor Pedro Santana Lopes é responsável por a EPUL ter gasto 61 milhões de euros em despesas que nada tinham a ver com o objecto social e as actividades da empresa».

As críticas desta quarta-feira foram uma resposta às acusações que Santana Lopes lhe dirigiu na terça-feira, segundo as quais o executivo socialista funcionava com «um regime de excepção» no urbanismo, conseguido com «truques» legislativos.

«Total desprezo»

António Costa afirmou ainda que a gestão de Santana revelou um «total desprezo pelas formas de planeamento e de boa gestão urbanística da cidade», que foram sinalizadas na sindicância aos serviços do Urbanismo. «Não basta fazer, é preciso fazer bem. O doutor Santana Lopes fez mal. Fez mal na gestão financeira e urbanística da cidade», concluiu.

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