A folha caídaAmarelecidaLançada ao ventoMarcou-a o tempo Em nuances de ocreE rubores de espantoTem seco seu ventreDos dias passadosTempos relembradosEsvai-se a memória Do frio de InvernoNo ventre maternoDos braços rasgadosPor Hélio afagadosBrotou com amorNum cântico à vidaSempre renascidaNa esperança Do amorDemetér pintandocoloridos camposPrenhes de promessasE a bela AfroditeEm sombras de VerãoJogando espargiaNas veias amoresDe seiva pujanteVerdeVerdejantePendia ondulanteDos braços maternosAprendia o mundoAgarrava a vidaJulgando-se doutaApolo se viaEterno seu tempoMas eis que No deslumbramento de um ocasoEntre cores ardentesVê reflectidaNão outraA sua vidaEsvaiu-se o tempoESoltando as amarrasDo braço maternolivreLeve Solta ColoridaEntrega-se aos braçosDos filhos de ÉoloFinalmente livreDo tempo efémeroA Gaia se entregaNum abraço eternocoalvorecer
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A folha caídaAmarelecidaLançada ao ventoMarcou-a o tempo Em nuances de ocreE rubores de espantoTem seco seu ventreDos dias passadosTempos relembradosEsvai-se a memória Do frio de InvernoNo ventre maternoDos braços rasgadosPor Hélio afagadosBrotou com amorNum cântico à vidaSempre renascidaNa esperança Do amorDemetér pintandocoloridos camposPrenhes de promessasE a bela AfroditeEm sombras de VerãoJogando espargiaNas veias amoresDe seiva pujanteVerdeVerdejantePendia ondulanteDos braços maternosAprendia o mundoAgarrava a vidaJulgando-se doutaApolo se viaEterno seu tempoMas eis que No deslumbramento de um ocasoEntre cores ardentesVê reflectidaNão outraA sua vidaEsvaiu-se o tempoESoltando as amarrasDo braço maternolivreLeve Solta ColoridaEntrega-se aos braçosDos filhos de ÉoloFinalmente livreDo tempo efémeroA Gaia se entregaNum abraço eternocoalvorecer