Cosas del Surrealismo@Guggenheim, BilbaoÀ boleia da fiesta que vai pela vizinha Espanha (por terem merecidamente arrecadado a Taça), sugiro aqui uma visita ao país Basco, nomeadamente a Bilbao. Reconheça-se: a cidade vale, essencialmente, pelo Guggenheim. À beira rio, o vanguardista edifício da autoria do mediático Frank Gerry desponta curiosidade e convida a uma visita demorada, especialmente quando acolhe exposições de relevo como a que ora está em cartaz: Cosas del Surrealismo. Até 7 de Setembro, estão ali expostas mais de 250 peças de Dali, Miró, Magritte e outros modernistas-surrealistas, provenientes de colecções públicas e privadas. A viagem pela influência do movimento em obras de arte ou objectos do quotidiano percorre as mais diversas áreas: pintura, teatro, moda, decoração, cerâmica, arquitectura, cinema, publicidade, etc. Estão presentes peças míticas como o telefone-lagosta de Dalí (que o nosso Berardo também possui no seu Museu, embora em cor diversa) e o sofá de Dalí em forma de lábios (os da Mae West, a musa de Dalí), bem como inúmeros trajes arrojados de Elsa Schiaparelli. No exterior, é imperdível o amoroso Puppy de Jeff Koons, um cão de 16 metros de altura formado por flores de jardim. E um outro género de flores, Tulips, em aço inoxidável colorido, do mesmo artista. Para acicatar a curiosidade pode espreitar-se um bocadinho da exposição aqui.
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Cosas del Surrealismo@Guggenheim, BilbaoÀ boleia da fiesta que vai pela vizinha Espanha (por terem merecidamente arrecadado a Taça), sugiro aqui uma visita ao país Basco, nomeadamente a Bilbao. Reconheça-se: a cidade vale, essencialmente, pelo Guggenheim. À beira rio, o vanguardista edifício da autoria do mediático Frank Gerry desponta curiosidade e convida a uma visita demorada, especialmente quando acolhe exposições de relevo como a que ora está em cartaz: Cosas del Surrealismo. Até 7 de Setembro, estão ali expostas mais de 250 peças de Dali, Miró, Magritte e outros modernistas-surrealistas, provenientes de colecções públicas e privadas. A viagem pela influência do movimento em obras de arte ou objectos do quotidiano percorre as mais diversas áreas: pintura, teatro, moda, decoração, cerâmica, arquitectura, cinema, publicidade, etc. Estão presentes peças míticas como o telefone-lagosta de Dalí (que o nosso Berardo também possui no seu Museu, embora em cor diversa) e o sofá de Dalí em forma de lábios (os da Mae West, a musa de Dalí), bem como inúmeros trajes arrojados de Elsa Schiaparelli. No exterior, é imperdível o amoroso Puppy de Jeff Koons, um cão de 16 metros de altura formado por flores de jardim. E um outro género de flores, Tulips, em aço inoxidável colorido, do mesmo artista. Para acicatar a curiosidade pode espreitar-se um bocadinho da exposição aqui.