Irritam-me as resoluções para os novos anos. Normalmente são demasiadas, algumas vezes descabidas, e são sempre esquecidas no correr apressado dos 365 dias (366, desta vez). Nesta viragem do ano, contudo, combinamos entre todos determinar uma só resolução. Para levar a sério. Que seja possível. E que não deve ser esquecida durante o ano que começa agora. E eu lá fiz a minha. Não a contra gosto, que isso é coisa que eu não faço. Ou (para ser mais exacta) verbalizei apenas uma decisão que havia tomado. Para 2008, para 2009, para amanhã, para a semana, para o mês que vem...A partir de agora importa-me fazer um esforço para não achar que 10% de tudo é diferente de 100% de nada. Na vida, ao contrário da matemática, 1+1 não são 2.E que 2008 seja um grande ano para todos, cheio de 100%s de tudo o que quisermos.Verbalizada em público pela primeira vez na Stephansplatz, no último suspiro de 2007, e escrita para não ser esquecida aqui, já de volta a casa.
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Irritam-me as resoluções para os novos anos. Normalmente são demasiadas, algumas vezes descabidas, e são sempre esquecidas no correr apressado dos 365 dias (366, desta vez). Nesta viragem do ano, contudo, combinamos entre todos determinar uma só resolução. Para levar a sério. Que seja possível. E que não deve ser esquecida durante o ano que começa agora. E eu lá fiz a minha. Não a contra gosto, que isso é coisa que eu não faço. Ou (para ser mais exacta) verbalizei apenas uma decisão que havia tomado. Para 2008, para 2009, para amanhã, para a semana, para o mês que vem...A partir de agora importa-me fazer um esforço para não achar que 10% de tudo é diferente de 100% de nada. Na vida, ao contrário da matemática, 1+1 não são 2.E que 2008 seja um grande ano para todos, cheio de 100%s de tudo o que quisermos.Verbalizada em público pela primeira vez na Stephansplatz, no último suspiro de 2007, e escrita para não ser esquecida aqui, já de volta a casa.