OPERAÇÃO VALQUÍRIA
Em 20 de Julho de 1944, o conde Claus Schenk von Stauffenberg perpetrou um atentado contra Hitler, em nome do movimento de resistência, do qual faziam parte vários oficiais. Hitler saiu apenas levemente ferido da explosão de uma bomba no seu quartel-general na Prússia Oriental. A represália não se fez esperar: mais de quatro mil pessoas, membros e simpatizantes da resistência, foram executadas nos meses seguintes.
Na manhã de 20 de Julho de 1944, Stauffenberg voou até ao quartel-general do Führer "Wolfsschanze", na Prússia Oriental. Com o seu ajudante Werner von Haeften, ele conseguiu activar apenas um dos dois explosivos previstos para detonar. Mais tarde, usou uma desculpa para entrar na sala de conferências, onde depositou a mala com explosivos ao lado do Führer. Incomodado pela mala, Hitler colocou-a mais longe de si. A explosão, às 12h42, matou quatro das 24 pessoas na sala. Hitler sobreviveu.
OPERAÇÃO VALQUÍRIA
Em 20 de Julho de 1944, o conde Claus Schenk von Stauffenberg perpetrou um atentado contra Hitler, em nome do movimento de resistência, do qual faziam parte vários oficiais. Hitler saiu apenas levemente ferido da explosão de uma bomba no seu quartel-general na Prússia Oriental. A represália não se fez esperar: mais de quatro mil pessoas, membros e simpatizantes da resistência, foram executadas nos meses seguintes.
Na manhã de 20 de Julho de 1944, Stauffenberg voou até ao quartel-general do Führer "Wolfsschanze", na Prússia Oriental. Com o seu ajudante Werner von Haeften, ele conseguiu activar apenas um dos dois explosivos previstos para detonar. Mais tarde, usou uma desculpa para entrar na sala de conferências, onde depositou a mala com explosivos ao lado do Führer. Incomodado pela mala, Hitler colocou-a mais longe de si. A explosão, às 12h42, matou quatro das 24 pessoas na sala. Hitler sobreviveu.