CGTP-IN PROTESTA JUNTO DE FERNANDO GOMES Greve na Câmara de SintraCGTP-IN PROTESTA JUNTO DE FERNANDO GOMES
Comunicado à Imprensa nº 006/2000
A CGTP-IN acusa a Presidente da Câmara Municipal de Sintra de estar a cometer ilegalidades sucessivas no que concerne à greve dos trabalhadores que asseguram a recolha do lixo dentro do concelho.
Perante a escalada de prepotência revelada, que chegou ao ponto de a Guarda Nacional Republicana ser deslocada para fazer cumprir uma medida manifestamente ilegal, a direcção da CGTP-IN escreveu ao Ministro da Administração Interna, exigindo-lhe que investigue e esclareça esta acção de carácter repressivo.
A greve do pessoal da limpeza da Câmara Municipal de Sintra foi legalmente convocada, depois de a CMS tem demonstrado uma inflexibilidade total relativamente às preocupações e reivindicações que lhe vinham sendo apresentadas pelos trabalhadores e pelo seu sindicato, o STAL. No essencial, os trabalhadores opõem-se à tentativa de privatização dos seus serviços e exigem a salvaguarda dos seus postos de trabalho.
Esta rigidez negocial, em si mesma reveladora de pouco senso democrático, é que motivou a greve.
A adesão à greve foi total. Em face de tal firmeza, Edite Estrela não se conteve e cometeu nova ilegalidade: fez substituir grevistas por pessoas contratadas fora dos serviços de Limpeza da câmara.
E, como os piquetes de greve, naturalmente, se opusessem a este atropelo e surgissem a exigir o respeito pela Lei da Greve, surge a GNR , chamada não se sabe por quem, para reprimir quem, afinal, está, sempre esteve, com a razão e com a legalidade.
Este tipo de cultura não é tolerável em democracia.
Lisboa, 2000-03-08
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CGTP-IN PROTESTA JUNTO DE FERNANDO GOMES Greve na Câmara de SintraCGTP-IN PROTESTA JUNTO DE FERNANDO GOMES
Comunicado à Imprensa nº 006/2000
A CGTP-IN acusa a Presidente da Câmara Municipal de Sintra de estar a cometer ilegalidades sucessivas no que concerne à greve dos trabalhadores que asseguram a recolha do lixo dentro do concelho.
Perante a escalada de prepotência revelada, que chegou ao ponto de a Guarda Nacional Republicana ser deslocada para fazer cumprir uma medida manifestamente ilegal, a direcção da CGTP-IN escreveu ao Ministro da Administração Interna, exigindo-lhe que investigue e esclareça esta acção de carácter repressivo.
A greve do pessoal da limpeza da Câmara Municipal de Sintra foi legalmente convocada, depois de a CMS tem demonstrado uma inflexibilidade total relativamente às preocupações e reivindicações que lhe vinham sendo apresentadas pelos trabalhadores e pelo seu sindicato, o STAL. No essencial, os trabalhadores opõem-se à tentativa de privatização dos seus serviços e exigem a salvaguarda dos seus postos de trabalho.
Esta rigidez negocial, em si mesma reveladora de pouco senso democrático, é que motivou a greve.
A adesão à greve foi total. Em face de tal firmeza, Edite Estrela não se conteve e cometeu nova ilegalidade: fez substituir grevistas por pessoas contratadas fora dos serviços de Limpeza da câmara.
E, como os piquetes de greve, naturalmente, se opusessem a este atropelo e surgissem a exigir o respeito pela Lei da Greve, surge a GNR , chamada não se sabe por quem, para reprimir quem, afinal, está, sempre esteve, com a razão e com a legalidade.
Este tipo de cultura não é tolerável em democracia.
Lisboa, 2000-03-08