um associado da ACA-M, enviou-nos o seguinte texto
A Comissão Distrital de Segurança Rodoviária (CDSR) de Coimbra vai avançar, nos próximos dias, com uma campanha urbana que consiste em escrever uma mensagem junto a cada passadeira, para sensibilizar os peões. Nas travessias mais perigosas, as passadeiras vão ser elevadas 10 centímetros, em relação à estrada/eixo da via. Mas o que mais poderá impressionar é o desenho que vai ser inscrito, onde se vê um peão no ar, de cabeça para baixo, após ter sido violentamente atropelado.(...)Fernando Antunes acha que "se é verdade que muitos condutores não deviam ter carta, porque são desrespeitadores reincidentes, não é menos verdade que muitos peões deviam ser também punidos, porque quando atravessam as passadeiras tornam-se arrogantes, demoram muito tempo a passar. Vão irritantemente devagarinho, como que a querer dizer aos automobilistas: 'Este espaço é meu. Por isso, agora espera. Aguenta!'. E isso não pode ser, porque as passadeiras não são locais de passagem de modelos. Tem de haver um meio termo".(...)Há coisas que me arrepiam e me deixam de cabelos em pé!A notícia que se segue é mais uma delas:Passadeiras com mensagens - Imagens impressionantes numa campanha para peões - Travessias críticas pintadas com alertas de segurançaÉ bem verdade que muitos peões atravessam fora dos locais apropriados e fora do tempo devido (com vermelho). No entanto, colocar mensagens para os peões nas passadeiras??? Será para os distrair? Será para aprenderem como serão projectados se forem atingidos por um automóvel? Será para o automobilista perceber de que forma poderá embater no peão??Será que os nossos "governantes" ainda não entenderam que o que é necessário é reduzir as velocidades de circulação em determinados locais através de medidas de "acalmia de tráfego" e não apenas sobrelevando passadeiras?Porque é que não gastam o "nosso" dinheiro de forma séria?E ainda esse senhor "governador civil" afirmar que os peões "vão irritantemente devagarinho"!!!!! Não há pachorra para tanta incompetência.
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um associado da ACA-M, enviou-nos o seguinte texto
A Comissão Distrital de Segurança Rodoviária (CDSR) de Coimbra vai avançar, nos próximos dias, com uma campanha urbana que consiste em escrever uma mensagem junto a cada passadeira, para sensibilizar os peões. Nas travessias mais perigosas, as passadeiras vão ser elevadas 10 centímetros, em relação à estrada/eixo da via. Mas o que mais poderá impressionar é o desenho que vai ser inscrito, onde se vê um peão no ar, de cabeça para baixo, após ter sido violentamente atropelado.(...)Fernando Antunes acha que "se é verdade que muitos condutores não deviam ter carta, porque são desrespeitadores reincidentes, não é menos verdade que muitos peões deviam ser também punidos, porque quando atravessam as passadeiras tornam-se arrogantes, demoram muito tempo a passar. Vão irritantemente devagarinho, como que a querer dizer aos automobilistas: 'Este espaço é meu. Por isso, agora espera. Aguenta!'. E isso não pode ser, porque as passadeiras não são locais de passagem de modelos. Tem de haver um meio termo".(...)Há coisas que me arrepiam e me deixam de cabelos em pé!A notícia que se segue é mais uma delas:Passadeiras com mensagens - Imagens impressionantes numa campanha para peões - Travessias críticas pintadas com alertas de segurançaÉ bem verdade que muitos peões atravessam fora dos locais apropriados e fora do tempo devido (com vermelho). No entanto, colocar mensagens para os peões nas passadeiras??? Será para os distrair? Será para aprenderem como serão projectados se forem atingidos por um automóvel? Será para o automobilista perceber de que forma poderá embater no peão??Será que os nossos "governantes" ainda não entenderam que o que é necessário é reduzir as velocidades de circulação em determinados locais através de medidas de "acalmia de tráfego" e não apenas sobrelevando passadeiras?Porque é que não gastam o "nosso" dinheiro de forma séria?E ainda esse senhor "governador civil" afirmar que os peões "vão irritantemente devagarinho"!!!!! Não há pachorra para tanta incompetência.