Viseu, 16 Jul (Lusa) - O Instituto de Medicina Legal (IML) de Viseu já libertou o corpo da mulher encontrada sábado a boiar na lagoa de uma pedreira de Cunha Baixa, Mangualde, disse à Agência Lusa fonte hospitalar.
O corpo de Carla Silva foi hoje autopsiado, mas não foram divulgados quaisquer dados sobre as conclusões deste exame.
O cadáver foi encontrado a boiar cerca das 12:50 de sábado, por cidadãos de Leste que se tinham deslocado à lagoa para tomar banho, e apresentava sinais de agressões e de ter sido baleado "várias vezes".
O funeral está marcado para as 18:00 de terça-feira, em Cubos, aldeia também pertencente ao concelho de Mangualde de onde a mulher era natural.
Entretanto, o marido de Carla Silva, suspeito do homicídio, esteve hoje a ser ouvido no Tribunal de Mangualde, que lhe decretou prisão preventiva.
Fonte judicial disse à Lusa que Paulo Silva terá optado pelo silêncio, mas como "a prova é sólida" ficou em prisão preventiva.
No entanto, o suspeito já tinha confessado o crime à Polícia Judiciária, acrescentou.
AMF
Lusa/fim
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Viseu, 16 Jul (Lusa) - O Instituto de Medicina Legal (IML) de Viseu já libertou o corpo da mulher encontrada sábado a boiar na lagoa de uma pedreira de Cunha Baixa, Mangualde, disse à Agência Lusa fonte hospitalar.
O corpo de Carla Silva foi hoje autopsiado, mas não foram divulgados quaisquer dados sobre as conclusões deste exame.
O cadáver foi encontrado a boiar cerca das 12:50 de sábado, por cidadãos de Leste que se tinham deslocado à lagoa para tomar banho, e apresentava sinais de agressões e de ter sido baleado "várias vezes".
O funeral está marcado para as 18:00 de terça-feira, em Cubos, aldeia também pertencente ao concelho de Mangualde de onde a mulher era natural.
Entretanto, o marido de Carla Silva, suspeito do homicídio, esteve hoje a ser ouvido no Tribunal de Mangualde, que lhe decretou prisão preventiva.
Fonte judicial disse à Lusa que Paulo Silva terá optado pelo silêncio, mas como "a prova é sólida" ficou em prisão preventiva.
No entanto, o suspeito já tinha confessado o crime à Polícia Judiciária, acrescentou.
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