TsadkielMATER 27 e 28 de Julho de 2007 às 22h00 no Palácio Nacional da Pena - Sintra SINOPSE E FICHA TÉCNICA TsadkielMATER MATER nasceu de um convite à Amalgama Companhia de Dança
para realizar um espectáculo durante um Congresso de Práticas Alquímicas em Guimarães, berço de Portugal. Depois, mais dois outros estímulos se uniram - a Espada e os Templários. E assim foi crescendo um espectáculo vivo, um ritual em que se é convidado a assistir e a partilhar, e que se vai recriando sempre que passa por novo um lugar:
- Convento de Cristo em Tomar, Palácio da Pena em Sintra, Biblioteca do Convento de Mafra e Convento de São Paulo, no culminar do projecto em Outubro de 2007.
Uma celebração pela transformação da espada num símbolo protector do Amor. Amor esse que era a verdadeira essência do tesouro guardado pelos Cavaleiros Templários ao longo dos tempos.
...Meditação a propósito de conquistas e da espada
A espada, nas suas duas lâminas, é dissuasiva e defensiva.
O gesto de defesa, por sua vez, não é egoísta pois o/a amante não está a defender-se a si mas ao Amor, o tesouro sagrado que lhe foi pedido que guardasse.
Tesouro espiritual, o trabalho do auto-conhecimento e do polimento da pedra/alma através dos rituais, símbolos e fórmulas, poesia, música, imagem, dança.
Esta arma não é ofensiva, é criada pela projecção do raio de uma espada ardendo no fogo do amor, por isso deve estar vertical e bem direita, quer esteja em serviço ou em repouso e empunhada sempre bem desperta e firme, pois não é impunemente que se transporta um raio na mão.
A espada é também a chave que abre a porta. Ou cruz.
Foi com este instrumento de guerra e de sacrifício que o guerreiro encontrou o caminho para o coração da violência
e a transformou pela aproximação à essência.
É com esta espada alquímica que ele mata e ressuscita.
Mas com ela deixa a sua marca, qual menino segurando a espada, inocente ou demasiado sabedor do enxofre que transporta consigo, o elemento combustível essencial em qualquer processo de nascimento.
Ele está no umbigo e empunha o falo que derrama o fogo,
a agressividade necessária para dar a vida, ou o início,
a entrada no mais profundo da alma, esta alma a que o brilho do cintilante aço da espada excita a imaginação
e acende o impulso estético ou criativo.
Esta espada de duas indissociáveis lâminas é paradoxalmente um símbolo de unidade e no entanto é ela que, com o seu golpe, separa.
Ao separar, discrimina, o caminho necessário para a reunião. O casamento alquímico.
Risoleta Pinto Pedro
...o Mito e a Dança
Sabendo que muitos dos Mitos utilizam elementos arquetípicos ou desfechos difíceis de serem experimentados pelo corpo humano, o desafio é conhecer os meios de percepção desses elementos no corpo, através da dança.
Por outro lado, o significado da experiência é um processo profundo, passando pelo reconhecimento de um elemento arquetípico como algo inerente ao bailarino ou artista em geral, sendo necessário estimular o contacto com esse arquétipo através de um elemento externo, como o mito, o rito, o símbolo, a imagem, o objecto, o som e o ritmo, a música, a palavra, a natureza... a vivência cinestésica.
Comparada nesse sentido ao rito, a Dança busca a preparação, a contextualização a significação de elementos ocultos que serão incorporados e revelados pela manifestação da natureza do bailarino no momento da criação.
Libéria Al Kabir
FICHA TÉCNICA
CRIAÇÃO e INTERPRETAÇÃO
André Teixiera, Bruno Rodrigues, Filipe Nunes, Inês Antunes, Maria Alcobia, Pascoal Amaral, Pedro Paz, Sandra Battaglia e Sofia Ferreira
PARTICIPAÇAO ESPECIAL e TEXTOS
Risoleta Pinto Pedro
MÚSICA
Jorge Salgueiro
VÍDEO, FIGURINOS e DESIGN GRÁFICO
Jorge Pereira
DIRECÇÃO ARTÍSTICA
Sandra Battaglia
LUZ
David Martins
SOM
Bruno Oliveira
DIRECÇÃO de PRODUÇÃO
Maria Alcobia
DIRECÇÃO FINANCEIRA
Cláudia Borges
DIRECÇÃO GERAL
Sandra Battaglia
Categorias
Entidades
TsadkielMATER 27 e 28 de Julho de 2007 às 22h00 no Palácio Nacional da Pena - Sintra SINOPSE E FICHA TÉCNICA TsadkielMATER MATER nasceu de um convite à Amalgama Companhia de Dança
para realizar um espectáculo durante um Congresso de Práticas Alquímicas em Guimarães, berço de Portugal. Depois, mais dois outros estímulos se uniram - a Espada e os Templários. E assim foi crescendo um espectáculo vivo, um ritual em que se é convidado a assistir e a partilhar, e que se vai recriando sempre que passa por novo um lugar:
- Convento de Cristo em Tomar, Palácio da Pena em Sintra, Biblioteca do Convento de Mafra e Convento de São Paulo, no culminar do projecto em Outubro de 2007.
Uma celebração pela transformação da espada num símbolo protector do Amor. Amor esse que era a verdadeira essência do tesouro guardado pelos Cavaleiros Templários ao longo dos tempos.
...Meditação a propósito de conquistas e da espada
A espada, nas suas duas lâminas, é dissuasiva e defensiva.
O gesto de defesa, por sua vez, não é egoísta pois o/a amante não está a defender-se a si mas ao Amor, o tesouro sagrado que lhe foi pedido que guardasse.
Tesouro espiritual, o trabalho do auto-conhecimento e do polimento da pedra/alma através dos rituais, símbolos e fórmulas, poesia, música, imagem, dança.
Esta arma não é ofensiva, é criada pela projecção do raio de uma espada ardendo no fogo do amor, por isso deve estar vertical e bem direita, quer esteja em serviço ou em repouso e empunhada sempre bem desperta e firme, pois não é impunemente que se transporta um raio na mão.
A espada é também a chave que abre a porta. Ou cruz.
Foi com este instrumento de guerra e de sacrifício que o guerreiro encontrou o caminho para o coração da violência
e a transformou pela aproximação à essência.
É com esta espada alquímica que ele mata e ressuscita.
Mas com ela deixa a sua marca, qual menino segurando a espada, inocente ou demasiado sabedor do enxofre que transporta consigo, o elemento combustível essencial em qualquer processo de nascimento.
Ele está no umbigo e empunha o falo que derrama o fogo,
a agressividade necessária para dar a vida, ou o início,
a entrada no mais profundo da alma, esta alma a que o brilho do cintilante aço da espada excita a imaginação
e acende o impulso estético ou criativo.
Esta espada de duas indissociáveis lâminas é paradoxalmente um símbolo de unidade e no entanto é ela que, com o seu golpe, separa.
Ao separar, discrimina, o caminho necessário para a reunião. O casamento alquímico.
Risoleta Pinto Pedro
...o Mito e a Dança
Sabendo que muitos dos Mitos utilizam elementos arquetípicos ou desfechos difíceis de serem experimentados pelo corpo humano, o desafio é conhecer os meios de percepção desses elementos no corpo, através da dança.
Por outro lado, o significado da experiência é um processo profundo, passando pelo reconhecimento de um elemento arquetípico como algo inerente ao bailarino ou artista em geral, sendo necessário estimular o contacto com esse arquétipo através de um elemento externo, como o mito, o rito, o símbolo, a imagem, o objecto, o som e o ritmo, a música, a palavra, a natureza... a vivência cinestésica.
Comparada nesse sentido ao rito, a Dança busca a preparação, a contextualização a significação de elementos ocultos que serão incorporados e revelados pela manifestação da natureza do bailarino no momento da criação.
Libéria Al Kabir
FICHA TÉCNICA
CRIAÇÃO e INTERPRETAÇÃO
André Teixiera, Bruno Rodrigues, Filipe Nunes, Inês Antunes, Maria Alcobia, Pascoal Amaral, Pedro Paz, Sandra Battaglia e Sofia Ferreira
PARTICIPAÇAO ESPECIAL e TEXTOS
Risoleta Pinto Pedro
MÚSICA
Jorge Salgueiro
VÍDEO, FIGURINOS e DESIGN GRÁFICO
Jorge Pereira
DIRECÇÃO ARTÍSTICA
Sandra Battaglia
LUZ
David Martins
SOM
Bruno Oliveira
DIRECÇÃO de PRODUÇÃO
Maria Alcobia
DIRECÇÃO FINANCEIRA
Cláudia Borges
DIRECÇÃO GERAL
Sandra Battaglia