- Quem se detém na treva iluminada - desconfia do terrestre -E todavia se desdobra - nesse perspicare ad infinitum -Permanece como um apátrida - na errância - sobre a pedra - alucinada -Quem cala a justeza da literatura - a mestria da obra - o irreprimívelQuem nesse apego do simples - arcana verba - irrompe na scriptura -Pela voz do impensado se ajusta ao assombro - da voz - o que emudece -Quem renuncia - ó rosa alchemica - ao coração - o resplendor da carne -Nesse ímpeto da prestidigitação - da arte - ignora o actual momento egípcio -Na proximidade do tremor e temor se precipita no transitório - até às nuvens -Entre os lábios - não conhece códigos - ante os relâmpagos - fica à merce do caosQuem enaltece este tempo de assassinos - os fedeli d'amore - as altas torres –alexandre teixeira mendes
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- Quem se detém na treva iluminada - desconfia do terrestre -E todavia se desdobra - nesse perspicare ad infinitum -Permanece como um apátrida - na errância - sobre a pedra - alucinada -Quem cala a justeza da literatura - a mestria da obra - o irreprimívelQuem nesse apego do simples - arcana verba - irrompe na scriptura -Pela voz do impensado se ajusta ao assombro - da voz - o que emudece -Quem renuncia - ó rosa alchemica - ao coração - o resplendor da carne -Nesse ímpeto da prestidigitação - da arte - ignora o actual momento egípcio -Na proximidade do tremor e temor se precipita no transitório - até às nuvens -Entre os lábios - não conhece códigos - ante os relâmpagos - fica à merce do caosQuem enaltece este tempo de assassinos - os fedeli d'amore - as altas torres –alexandre teixeira mendes