hoje ulisses embarcounum ovnia caminho da estranhezaapegada à terrapenélope circunda os espaçosna procura da fronteirados abraçosulisses temuma nave um caminhoe penélope a firmeza de um carinhosó concebido em votosmas realse ulisses é o percursoo por fazerpenélope é o porto da certezade uma imensa formade estarulisses passa malagoniza no tempopenélope tece o seu momentoa sua calma formade aguardaro mar é um espaçoum fosso um tormentoque há que navegarde repente a ilhao asteróide surgena proa enloquecidasabe ulisses entãoque viverá alium tempo já vividode polifemo o gado pasta láe a fome de ulisses repentinaaguça-lhe o engenho e vá não vátoca de dizimar a raça ovinapolifemo está sóno seu disforme corpono seu olho solitário e transviadoroda a saudade como dura mósuavizada apenas pelo cuidadoque em desvelos ao seu rebanhodápolifemo disforme é generosoe percebe um filho seu em cada anhopolifemo está sóque galateia por ácis o trocoue partiram para a morte bem juntinhosno sonho que os tocouem vão polifemotenta esquecero amor que ele mesmofez morrerulisses o sozinho não apreendeem polifemo o companheiroa quem a solidão mais dura ofendee contra a sua naveo seu ribeirotrocaria de boa-mente o polifemoo seu rebanho inteirodesesperadoulisses sem razãomata a esmoprocura na carnagem a vingançapara o não regressoa cruel tardançaem que lhe tarda a voltae a esperançaaparelha a nave e quer partirnada escuta e num olhartresvairado pelo soco do a virfixa a muda nave em rota estelare deixa o gigantesem nenhum rebanho para cuidarai do cego ciclopecorpo disformesempre a recordaronde o apagado olhojá não brilhacomo farol do tempofogo enormeonde a nave de ulisseste deixa sempre sóna tua ilhaele por si tem o seu cursopercorre a aventurae se não encontra aquio que procurapode sempre ir mais longe procurare tu que de galateiao eco só tivesteestarás sempre mais sósempre mais tristeporque quanto tu tiveresserá roubadono espaço cegopolifemo choraa morte do seu gado
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hoje ulisses embarcounum ovnia caminho da estranhezaapegada à terrapenélope circunda os espaçosna procura da fronteirados abraçosulisses temuma nave um caminhoe penélope a firmeza de um carinhosó concebido em votosmas realse ulisses é o percursoo por fazerpenélope é o porto da certezade uma imensa formade estarulisses passa malagoniza no tempopenélope tece o seu momentoa sua calma formade aguardaro mar é um espaçoum fosso um tormentoque há que navegarde repente a ilhao asteróide surgena proa enloquecidasabe ulisses entãoque viverá alium tempo já vividode polifemo o gado pasta láe a fome de ulisses repentinaaguça-lhe o engenho e vá não vátoca de dizimar a raça ovinapolifemo está sóno seu disforme corpono seu olho solitário e transviadoroda a saudade como dura mósuavizada apenas pelo cuidadoque em desvelos ao seu rebanhodápolifemo disforme é generosoe percebe um filho seu em cada anhopolifemo está sóque galateia por ácis o trocoue partiram para a morte bem juntinhosno sonho que os tocouem vão polifemotenta esquecero amor que ele mesmofez morrerulisses o sozinho não apreendeem polifemo o companheiroa quem a solidão mais dura ofendee contra a sua naveo seu ribeirotrocaria de boa-mente o polifemoo seu rebanho inteirodesesperadoulisses sem razãomata a esmoprocura na carnagem a vingançapara o não regressoa cruel tardançaem que lhe tarda a voltae a esperançaaparelha a nave e quer partirnada escuta e num olhartresvairado pelo soco do a virfixa a muda nave em rota estelare deixa o gigantesem nenhum rebanho para cuidarai do cego ciclopecorpo disformesempre a recordaronde o apagado olhojá não brilhacomo farol do tempofogo enormeonde a nave de ulisseste deixa sempre sóna tua ilhaele por si tem o seu cursopercorre a aventurae se não encontra aquio que procurapode sempre ir mais longe procurare tu que de galateiao eco só tivesteestarás sempre mais sósempre mais tristeporque quanto tu tiveresserá roubadono espaço cegopolifemo choraa morte do seu gado