Registados níveis elevados de ozono na Estação da Escavadeira
No Barreiro - Ultrapassados níveis de Ozono permitidos por Lei
A estação de medição de Escavadeira, no Barreiro, registou, ontem , uma média de 206 microgramas por metro cúbico das 14 às 15 horas, de 188 entre as 15 e as 16 horas e de 190 das 16 às 17 horas.A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo lembra que a exposição a este poluente pode ter efeitos na saúde humana
. Na Escavadeira - Barreiro registou-se 184 microgramas por metro cúbico.
Segundo notícia da Agência LUSA – “os valores de concentração de ozono que obrigam a uma informação pública (180 microgramas por metro cúbico) foram hoje ultrapassados”, em Setúbal ( Camarinha) e no Barreiro (Escavadeira), sendo recomendado que as pessoas evitem a permanência nestes locais.”
"Hoje foi ultrapassado, nas estações de medição da qualidade do ar da CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 microgramas por metro cúbico, definido como limiar de informação ao público para este poluente" – divulga a LUSA, de acordo com informação da Divisão de Avaliação e Monitorização Ambiental da CCDR-LVT.
Valores ultrapassados na Camarinha e Escavadeira
Estes valores foram ultrapassados na Camarinha, em Setúbal, (entre as 14:00 e as 15:00 195 microgramas por metro cúbico, e entre as 15:00 e as 16:00 197 microgramas por metro cúbico) e na Escavadeira, no Barreiro, que registou 184 microgramas por metro cúbico.
Valores podem provocar alguns efeitos na saúde humana
Estes valores de concentração de ozono, registados em dois locais do distrito de Setúbal, podem provocar alguns efeitos na saúde humana, sobretudo em crianças, idosos, asmáticos e alérgicos ou indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas.
"A exposição a este poluente afecta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos", informa a entidade, de acordo com a LUSA.
Grupos mais sensíveis evitem a permanência no exterior
A CCDR-LVT refere que enquanto a situação se mantiver, é recomendável que os grupos mais sensíveis evitem a permanência no exterior.
"É recomendável que a população que se encontre nas zonas de ocorrência das excedências, reduzam ao mínimo a actividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior" – sublinha a informação da CCDR.
Delegado de Saúde do Barreiro - Propõe criação de “Voluntários Vigilantes do Ambiente”
Num encontro com moradores do Lavradio promovido por Mário Durval, Delegado de Saúde do Barreiro, em colaboração com a Junta de Freguesia do Lavradio e a ASDAL – Associação de Defesa do Ambiente do Lavradio, foi analisada uma proposta de criação de uma “rede” de “Voluntários Vigilantes do Ambiente”.
Mário Durval, referiu que a reunião era convocada pelas três entidades em sequência das recentes ocorrências que afectaram o ambiente na comunidade lavradiense.
Sublinhou que “as pessoas queixam-se da poluição”, no entanto as Estações de Monitorização, pelos resultados registados demonstram que as situações registadas – “estão dentro da lei”.
No contacto mantido com a Junta de Freguesia do Lavradio e a ASDAL, salientou Mário Durval, apresentou a proposta de criação de “uma rede de voluntários vigilantes do ambiente”.
“As pessoas têm uma percepção, as máquinas têm outra percepção” – salientou.
Alertar o Delegado de Saúde
Recordou que quando a monitorização “entraram nos valores de alerta”, na verdade, “as pessoas já andavam a queixar-se”.
Nesse sentido, considerou o Delegado de Saúde que é necessário que exista um “mecanismo rápido que funcione logo que as pessoas começam a sentir os efeitos da poluição”, e, de alguma forma, “possam alertar o Delegado de Saúde”.
Nesse sentido foi sugerida a criação de “uma Rede de Voluntários” que poderão ser enquadrados no âmbito da “Protecção Civil”.
Não está em causa o futuro da empresa
Adolfo Lopo, Presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, recordou que ninguém está contra as fábricas e que o importante é criar mecanismos de alerta, podendo a população dar um contributo positivo.
Sublinhou que as fábricas estão a trabalhar e que a situação está a ser acompanhada pela CCDR.
“Não está em causa o futuro da empresa” – sublinhou Adolfo Lopo.
Sobre a Comissão de Acompanhamento que está a ser criada o autarca referiu que – “não vamos estar neste processo para branquear”
Comissão de Acompanhamento da Qualidade Ambiental
António Sousa Pereira, Presidente da Direcção da ASDAL, referiu que é importante que existam mecanismos de alerta e salientou que a ASDAL, quando verificou a existência de uma situação que afectava a qualidade de vida da população entrou em contacto com a CCDR, alertando para a necessidade de ser avaliada a qualidade do ar.
Por outro lado, referiu que a ASDAL está a participar com a empresa AP – Amoníacos de Portugal, Câmara Municipal do Barreiro e Junta de Freguesia do Lavradio, no processo de constituição de uma Comissão de Acompanhamento da Qualidade Ambiental.
Voluntários para a rede de vigilantes
Seguiu-se um período de debate tendo sido efectuadas diversas intervenções sobre os problemas que afectam a população e para a importância das fábricas assumirem as suas responsabilidades quando causam prejuízos na comunidade.
No final diversos cidadãos se inscreveram tendo em vista dar o pontapé de saída para a criação da “Rede de Voluntários”
ASDAL reunião com Bruno Vitorino Vereador do Ambiente da CMB
A Direcção da ASDAL realizou uma reunião de trabalho com o Vereador Bruno Vitorino, responsável pelo Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro.
Na reunião a ASDAL deu a conhecer o seu Plano de Actividades e Orçamento para o biénio 2007/2008.
O autarca disponiblizou-se a dar todo o contributo para o desenvolvimento da acção da ASDAL.
Na Biblioteca Municipal do Barreiro - Documentos acerca do projecto ampliação da LBC Tanquipor
A Câmara Municipal do Barreiro informa que, a partir de hoje, dia 20 de Julho, está disponível para consulta, na Biblioteca Municipal do Barreiro, as cópias do Relatório da Consulta Pública e do Parecer Final da Comissão de Avaliação sobre o Estudo de Impacto Ambiental “Ampliação da Capacidade de Armazenagem de Biocombustíveis e Produtos Petrolíferos na LBC Tanquipor”.
Os documentos podem ser consultados nos horários de funcionamneto da Biblioteca Municipal do Barreiro.
No Barreiro – Lavradio : Na Fábrica AP Amoníaco de Portugal segundo CCDR as emissões de partículas
. No arranque da fábrica os valores de dióxido de enxofre não ultrapassaram os valores definidos por lei
. Envio de Relatórios diários com as médias horárias de SO2 e partículas das medições em contínuo
"Uma semana após a retoma do funcionamento da AP- Amoníacos de Portugal, a laboração da fábrica já estabilizou, estando a ser cumpridas as condições acordadas com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) e os valores limite de emissão" – sublinha a nota da CCDR divulgada pela LUSA.
Criação de Comissão de Acompanhamento - PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL DO CONCELHO
Os primeiros passos para a constituição de uma Comissão de Acompanhamento para a preservação da qualidade ambiental do Concelho já foram dados, no dia 17 de Julho, numa reunião preparatória em que participaram o Vereador Bruno Vitorino da Câmara Municipal do Barreiro, o Presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, Adolfo Lopo, representantes da AP - Amoníaco de Portugal e da Associação de Defesa do Ambiente do Lavradio (ASDAL).
Esta reunião surge no seguimento das propostas apresentadas pela CMB na iniciativa Opções Participadas sobre Qualidade do Ar, realizada na Freguesia do Lavradio, no passado mês de Maio.
Devido aos antecedentes históricos ao nível da poluição atmosférica, foi sentida a necessidade de se constituir uma Comissão de Acompanhamento para a preservação da qualidade ambiental do Concelho, cujo âmbito de abrangência pode ser alargado a outras necessidades ambientais.
Na reunião foi discutida uma proposta de modelo de funcionamento e ficou definido um conjunto de entidades que deverão ser convidadas a integrar este grupo de trabalho, tendo sido agendado para o início do mês de Setembro um novo encontro.
Ministério do Ambiente decide encerrar a laboração das fábricas AMONÍACOS DE PORTUGAL
No dia 4 de Julho a ASDAL, em comunicado divulgado à população do Lavradio e aos órgãos de comunicação social, através dos contactos estabelecidos com a fábrica Amoníacos de Portugal, assim como com a CCDR-LVT, alertou para a gravidade da situação que se vinha a registar, de elevados índices de poluição atmosférica, vivendo a população situações graves e insuportáveis, que afectavam a qualidade de vida e a saúde pública.
A ASDAL alertou a Direcção Geral do Ambiente da Comissão Coordenadora da Região de Lisboa e Vale do Tejo, apelando a um rigoroso controle dos níveis de poluição, cujo controle é da responsabilidade daquela entidade.
A CCDR-LVT informou-nos que iriam ser desenvolvidas acções de controle e avaliação, promovendo a inspecção das fábricas e, se necessário, proceder à paralisação da produção caso a situação continuasse a afectar o ambiente e prejudicar a saúde pública. O que de facto veio a concretizar-se hoje.
Igualmente, um grupo de cidadãos do Lavradio, movimentou-se na recolha de assinaturas, através de um abaixo-assinado com o objectivo de exigir a resolução da situação, contando com o apoio de cerca de 1500 lavradienses. Facto que registamos como muito positivo e que demonstra a importância da existência e acção de uma associação de defesa do ambiente na nossa comunidade.
A Direcção da ASDAL sublinha que as medidas tomadas pela CCDR-LVT no sentido de proceder à paragem da fábrica de Amoníaco devido aos elevados níveis de poluição registados, que foram de uma dimensão preocupante, contribuiu para dar resposta às preocupações da população, oportunamente alertadas pela ASDAL.
A ASDAL exige que sejam tomadas medidas de avaliação e controle das condições de produção nas fábricas da Amoníacos de Portugal, pelas autoridades competentes, de forma a que, no futuro, não seja admissível atingir de novo situações como as registadas, pelo perigo que representam para a saúde pública.
A ASDAL alerta a CCDR-LVT para a importância de uma mais regular, eficaz e eficiente, avaliação dos níveis de poluição, de forma a que, atempadamente, sejam tomadas medidas e não voltem a registar-se situações como aquelas que afectaram a vida da população nos últimos dias.
Lavradio, 9 de Julho de 2007
A Direcção da ASDAL
Chuvas ácidas perturbam a população do Lavradio
Nos últimos dias têm vindo a registar-se no Lavradio situações anormais de poluição atmosférica, vivendo a população, nas zonas envolventes das fábricas, situações insuportáveis e que afectam a qualidade de vida.
Vários protestos e manifestações de indignação foram veiculadas por moradores, para a ASDAL que, de imediato, procurou intervir e recolher informação sobre as causas da situação anormal que se estava a verificar, nomeadamente com a ocorrência de “chuvas ácidas”.
Em contactos estabelecidos com a empresa AMONÍACOS DE PORTUGAL fomos informados que a situação registada teve origem em problemas técnicos estando a ser desenvolvidos esforços para sua resolução.
A ASDAL contactou, igualmente, a Direcção Geral do Ambiente da Comissão Coordenadora da Região de Lisboa e Vale do Tejo, no sentido de alertar para a situação anormal que se estava a registar e procurar obter informação sobre os índices de poluição, cujo controle é da responsabilidade daquela entidade.
Fomos informados que, dado o alerta, iriam ser desenvolvidas acções de controle e avaliação, promovendo-se, a inspecção caso a situação não se altere e os problemas técnicos referenciados continuem a afectar o ambiente.
A Direcção da ASDAL vai manter uma atitude vigilante e de diálogo institucional, de forma a acompanhar a evolução do processo e, naturalmente, manteremos a regular informação à população.
Lavradio, 4 de Julho de 2007
A Direcção da ASDAL
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Registados níveis elevados de ozono na Estação da Escavadeira
No Barreiro - Ultrapassados níveis de Ozono permitidos por Lei
A estação de medição de Escavadeira, no Barreiro, registou, ontem , uma média de 206 microgramas por metro cúbico das 14 às 15 horas, de 188 entre as 15 e as 16 horas e de 190 das 16 às 17 horas.A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo lembra que a exposição a este poluente pode ter efeitos na saúde humana
. Na Escavadeira - Barreiro registou-se 184 microgramas por metro cúbico.
Segundo notícia da Agência LUSA – “os valores de concentração de ozono que obrigam a uma informação pública (180 microgramas por metro cúbico) foram hoje ultrapassados”, em Setúbal ( Camarinha) e no Barreiro (Escavadeira), sendo recomendado que as pessoas evitem a permanência nestes locais.”
"Hoje foi ultrapassado, nas estações de medição da qualidade do ar da CCDR, o valor de concentração de ozono de 180 microgramas por metro cúbico, definido como limiar de informação ao público para este poluente" – divulga a LUSA, de acordo com informação da Divisão de Avaliação e Monitorização Ambiental da CCDR-LVT.
Valores ultrapassados na Camarinha e Escavadeira
Estes valores foram ultrapassados na Camarinha, em Setúbal, (entre as 14:00 e as 15:00 195 microgramas por metro cúbico, e entre as 15:00 e as 16:00 197 microgramas por metro cúbico) e na Escavadeira, no Barreiro, que registou 184 microgramas por metro cúbico.
Valores podem provocar alguns efeitos na saúde humana
Estes valores de concentração de ozono, registados em dois locais do distrito de Setúbal, podem provocar alguns efeitos na saúde humana, sobretudo em crianças, idosos, asmáticos e alérgicos ou indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas.
"A exposição a este poluente afecta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos", informa a entidade, de acordo com a LUSA.
Grupos mais sensíveis evitem a permanência no exterior
A CCDR-LVT refere que enquanto a situação se mantiver, é recomendável que os grupos mais sensíveis evitem a permanência no exterior.
"É recomendável que a população que se encontre nas zonas de ocorrência das excedências, reduzam ao mínimo a actividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior" – sublinha a informação da CCDR.
Delegado de Saúde do Barreiro - Propõe criação de “Voluntários Vigilantes do Ambiente”
Num encontro com moradores do Lavradio promovido por Mário Durval, Delegado de Saúde do Barreiro, em colaboração com a Junta de Freguesia do Lavradio e a ASDAL – Associação de Defesa do Ambiente do Lavradio, foi analisada uma proposta de criação de uma “rede” de “Voluntários Vigilantes do Ambiente”.
Mário Durval, referiu que a reunião era convocada pelas três entidades em sequência das recentes ocorrências que afectaram o ambiente na comunidade lavradiense.
Sublinhou que “as pessoas queixam-se da poluição”, no entanto as Estações de Monitorização, pelos resultados registados demonstram que as situações registadas – “estão dentro da lei”.
No contacto mantido com a Junta de Freguesia do Lavradio e a ASDAL, salientou Mário Durval, apresentou a proposta de criação de “uma rede de voluntários vigilantes do ambiente”.
“As pessoas têm uma percepção, as máquinas têm outra percepção” – salientou.
Alertar o Delegado de Saúde
Recordou que quando a monitorização “entraram nos valores de alerta”, na verdade, “as pessoas já andavam a queixar-se”.
Nesse sentido, considerou o Delegado de Saúde que é necessário que exista um “mecanismo rápido que funcione logo que as pessoas começam a sentir os efeitos da poluição”, e, de alguma forma, “possam alertar o Delegado de Saúde”.
Nesse sentido foi sugerida a criação de “uma Rede de Voluntários” que poderão ser enquadrados no âmbito da “Protecção Civil”.
Não está em causa o futuro da empresa
Adolfo Lopo, Presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, recordou que ninguém está contra as fábricas e que o importante é criar mecanismos de alerta, podendo a população dar um contributo positivo.
Sublinhou que as fábricas estão a trabalhar e que a situação está a ser acompanhada pela CCDR.
“Não está em causa o futuro da empresa” – sublinhou Adolfo Lopo.
Sobre a Comissão de Acompanhamento que está a ser criada o autarca referiu que – “não vamos estar neste processo para branquear”
Comissão de Acompanhamento da Qualidade Ambiental
António Sousa Pereira, Presidente da Direcção da ASDAL, referiu que é importante que existam mecanismos de alerta e salientou que a ASDAL, quando verificou a existência de uma situação que afectava a qualidade de vida da população entrou em contacto com a CCDR, alertando para a necessidade de ser avaliada a qualidade do ar.
Por outro lado, referiu que a ASDAL está a participar com a empresa AP – Amoníacos de Portugal, Câmara Municipal do Barreiro e Junta de Freguesia do Lavradio, no processo de constituição de uma Comissão de Acompanhamento da Qualidade Ambiental.
Voluntários para a rede de vigilantes
Seguiu-se um período de debate tendo sido efectuadas diversas intervenções sobre os problemas que afectam a população e para a importância das fábricas assumirem as suas responsabilidades quando causam prejuízos na comunidade.
No final diversos cidadãos se inscreveram tendo em vista dar o pontapé de saída para a criação da “Rede de Voluntários”
ASDAL reunião com Bruno Vitorino Vereador do Ambiente da CMB
A Direcção da ASDAL realizou uma reunião de trabalho com o Vereador Bruno Vitorino, responsável pelo Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro.
Na reunião a ASDAL deu a conhecer o seu Plano de Actividades e Orçamento para o biénio 2007/2008.
O autarca disponiblizou-se a dar todo o contributo para o desenvolvimento da acção da ASDAL.
Na Biblioteca Municipal do Barreiro - Documentos acerca do projecto ampliação da LBC Tanquipor
A Câmara Municipal do Barreiro informa que, a partir de hoje, dia 20 de Julho, está disponível para consulta, na Biblioteca Municipal do Barreiro, as cópias do Relatório da Consulta Pública e do Parecer Final da Comissão de Avaliação sobre o Estudo de Impacto Ambiental “Ampliação da Capacidade de Armazenagem de Biocombustíveis e Produtos Petrolíferos na LBC Tanquipor”.
Os documentos podem ser consultados nos horários de funcionamneto da Biblioteca Municipal do Barreiro.
No Barreiro – Lavradio : Na Fábrica AP Amoníaco de Portugal segundo CCDR as emissões de partículas
. No arranque da fábrica os valores de dióxido de enxofre não ultrapassaram os valores definidos por lei
. Envio de Relatórios diários com as médias horárias de SO2 e partículas das medições em contínuo
"Uma semana após a retoma do funcionamento da AP- Amoníacos de Portugal, a laboração da fábrica já estabilizou, estando a ser cumpridas as condições acordadas com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) e os valores limite de emissão" – sublinha a nota da CCDR divulgada pela LUSA.
Criação de Comissão de Acompanhamento - PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL DO CONCELHO
Os primeiros passos para a constituição de uma Comissão de Acompanhamento para a preservação da qualidade ambiental do Concelho já foram dados, no dia 17 de Julho, numa reunião preparatória em que participaram o Vereador Bruno Vitorino da Câmara Municipal do Barreiro, o Presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, Adolfo Lopo, representantes da AP - Amoníaco de Portugal e da Associação de Defesa do Ambiente do Lavradio (ASDAL).
Esta reunião surge no seguimento das propostas apresentadas pela CMB na iniciativa Opções Participadas sobre Qualidade do Ar, realizada na Freguesia do Lavradio, no passado mês de Maio.
Devido aos antecedentes históricos ao nível da poluição atmosférica, foi sentida a necessidade de se constituir uma Comissão de Acompanhamento para a preservação da qualidade ambiental do Concelho, cujo âmbito de abrangência pode ser alargado a outras necessidades ambientais.
Na reunião foi discutida uma proposta de modelo de funcionamento e ficou definido um conjunto de entidades que deverão ser convidadas a integrar este grupo de trabalho, tendo sido agendado para o início do mês de Setembro um novo encontro.
Ministério do Ambiente decide encerrar a laboração das fábricas AMONÍACOS DE PORTUGAL
No dia 4 de Julho a ASDAL, em comunicado divulgado à população do Lavradio e aos órgãos de comunicação social, através dos contactos estabelecidos com a fábrica Amoníacos de Portugal, assim como com a CCDR-LVT, alertou para a gravidade da situação que se vinha a registar, de elevados índices de poluição atmosférica, vivendo a população situações graves e insuportáveis, que afectavam a qualidade de vida e a saúde pública.
A ASDAL alertou a Direcção Geral do Ambiente da Comissão Coordenadora da Região de Lisboa e Vale do Tejo, apelando a um rigoroso controle dos níveis de poluição, cujo controle é da responsabilidade daquela entidade.
A CCDR-LVT informou-nos que iriam ser desenvolvidas acções de controle e avaliação, promovendo a inspecção das fábricas e, se necessário, proceder à paralisação da produção caso a situação continuasse a afectar o ambiente e prejudicar a saúde pública. O que de facto veio a concretizar-se hoje.
Igualmente, um grupo de cidadãos do Lavradio, movimentou-se na recolha de assinaturas, através de um abaixo-assinado com o objectivo de exigir a resolução da situação, contando com o apoio de cerca de 1500 lavradienses. Facto que registamos como muito positivo e que demonstra a importância da existência e acção de uma associação de defesa do ambiente na nossa comunidade.
A Direcção da ASDAL sublinha que as medidas tomadas pela CCDR-LVT no sentido de proceder à paragem da fábrica de Amoníaco devido aos elevados níveis de poluição registados, que foram de uma dimensão preocupante, contribuiu para dar resposta às preocupações da população, oportunamente alertadas pela ASDAL.
A ASDAL exige que sejam tomadas medidas de avaliação e controle das condições de produção nas fábricas da Amoníacos de Portugal, pelas autoridades competentes, de forma a que, no futuro, não seja admissível atingir de novo situações como as registadas, pelo perigo que representam para a saúde pública.
A ASDAL alerta a CCDR-LVT para a importância de uma mais regular, eficaz e eficiente, avaliação dos níveis de poluição, de forma a que, atempadamente, sejam tomadas medidas e não voltem a registar-se situações como aquelas que afectaram a vida da população nos últimos dias.
Lavradio, 9 de Julho de 2007
A Direcção da ASDAL
Chuvas ácidas perturbam a população do Lavradio
Nos últimos dias têm vindo a registar-se no Lavradio situações anormais de poluição atmosférica, vivendo a população, nas zonas envolventes das fábricas, situações insuportáveis e que afectam a qualidade de vida.
Vários protestos e manifestações de indignação foram veiculadas por moradores, para a ASDAL que, de imediato, procurou intervir e recolher informação sobre as causas da situação anormal que se estava a verificar, nomeadamente com a ocorrência de “chuvas ácidas”.
Em contactos estabelecidos com a empresa AMONÍACOS DE PORTUGAL fomos informados que a situação registada teve origem em problemas técnicos estando a ser desenvolvidos esforços para sua resolução.
A ASDAL contactou, igualmente, a Direcção Geral do Ambiente da Comissão Coordenadora da Região de Lisboa e Vale do Tejo, no sentido de alertar para a situação anormal que se estava a registar e procurar obter informação sobre os índices de poluição, cujo controle é da responsabilidade daquela entidade.
Fomos informados que, dado o alerta, iriam ser desenvolvidas acções de controle e avaliação, promovendo-se, a inspecção caso a situação não se altere e os problemas técnicos referenciados continuem a afectar o ambiente.
A Direcção da ASDAL vai manter uma atitude vigilante e de diálogo institucional, de forma a acompanhar a evolução do processo e, naturalmente, manteremos a regular informação à população.
Lavradio, 4 de Julho de 2007
A Direcção da ASDAL
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