Uma sandes de atum: O lançamento de anões

21-07-2005
marcar artigo

Uma controvérsia judicial interessante a ser relevada é um julgado do Conselho de Estado francês, de 27 de Outubro de 1995.Trata-se de duas cidades francesas nas quais o poder de polícia foi utilizado para interditar espectáculos conhecidos como "lancer de nain" (arremesso de anão), nos quais os espectadores eram convidados a lançar um anão vestido com roupas de protecção, o mais longe possível sobre um tapete de protecção.Esta actividade foi proibida apesar da defesa feita pelo próprio anão, que alegava necessitar desta actividade para a sua sobrevivência financeira, por consistir num "atentado intolerável à dignidade humana".Portanto, o que temos aqui é um precedente judicial no qual a dignidade da pessoa humana se sobrepõe a outros direitos correlatos à pessoa, tal qual a própria autodeterminação - ou liberdade de escolha, ou mesmo direito ao trabalho - do anão, sujeito destes direitos.ONU proibe o lançamento de anões Parangonnage n.m. Du franglais "parachute and gomina"Parachute - PÁRA-QUEDASGomina - pomada para os cabelosO lançamento de anões através da luta de classes EX-LANCEURS DE NAINS DE TOUS LES PAYS, UNISSEZ-VOUS.ONU mantém proibição francesa a "lançamento de anões"08h41 - 27/09/2002 GENEBRA (Reuters) - Um pequeno dublê que protestou contra uma proibição francesa à bizarra prática de "lançamento de anões" perdeu sua apelação diante de um órgão de defesa dos direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).... Manuel Wackenheim argumentou que a proibição de 1995, decidida pelo mais alto tribunal administrativo francês, era discriminatória e o privava de um trabalho que consistia em ser arremessado em discotecas por homens grandesA questão podia serA Ana Drago tem direito a estar no Parlamento?O Marques Mendes tem legitimidade para ser Secretário-Geral do PSD?E com que direito o António Vitorino se recusa a ter um cargo governativo?E os balcões das pastelarias devem ser rebaixados?E os urinóis das casas de banho do Centro Cultural de Belém devem ser reconstruídos?E as campainhas das fachadas dos prédios de mais de 12 andares devem ser activadas pela voz ou continuarão a haver cidadãos a dormir ao relento e exaustos à porta do seu próprio prédio por se terem esquecido da respectiva chave quando vieram passear a pincher anã?

Uma controvérsia judicial interessante a ser relevada é um julgado do Conselho de Estado francês, de 27 de Outubro de 1995.Trata-se de duas cidades francesas nas quais o poder de polícia foi utilizado para interditar espectáculos conhecidos como "lancer de nain" (arremesso de anão), nos quais os espectadores eram convidados a lançar um anão vestido com roupas de protecção, o mais longe possível sobre um tapete de protecção.Esta actividade foi proibida apesar da defesa feita pelo próprio anão, que alegava necessitar desta actividade para a sua sobrevivência financeira, por consistir num "atentado intolerável à dignidade humana".Portanto, o que temos aqui é um precedente judicial no qual a dignidade da pessoa humana se sobrepõe a outros direitos correlatos à pessoa, tal qual a própria autodeterminação - ou liberdade de escolha, ou mesmo direito ao trabalho - do anão, sujeito destes direitos.ONU proibe o lançamento de anões Parangonnage n.m. Du franglais "parachute and gomina"Parachute - PÁRA-QUEDASGomina - pomada para os cabelosO lançamento de anões através da luta de classes EX-LANCEURS DE NAINS DE TOUS LES PAYS, UNISSEZ-VOUS.ONU mantém proibição francesa a "lançamento de anões"08h41 - 27/09/2002 GENEBRA (Reuters) - Um pequeno dublê que protestou contra uma proibição francesa à bizarra prática de "lançamento de anões" perdeu sua apelação diante de um órgão de defesa dos direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).... Manuel Wackenheim argumentou que a proibição de 1995, decidida pelo mais alto tribunal administrativo francês, era discriminatória e o privava de um trabalho que consistia em ser arremessado em discotecas por homens grandesA questão podia serA Ana Drago tem direito a estar no Parlamento?O Marques Mendes tem legitimidade para ser Secretário-Geral do PSD?E com que direito o António Vitorino se recusa a ter um cargo governativo?E os balcões das pastelarias devem ser rebaixados?E os urinóis das casas de banho do Centro Cultural de Belém devem ser reconstruídos?E as campainhas das fachadas dos prédios de mais de 12 andares devem ser activadas pela voz ou continuarão a haver cidadãos a dormir ao relento e exaustos à porta do seu próprio prédio por se terem esquecido da respectiva chave quando vieram passear a pincher anã?

marcar artigo