A verdade é uma. O PSD teve um péssimo resultado nas eleições legislativas. Perante isto, logo na noite eleitoral, Marques Mendes já dava a entender que avançaria com uma candidatura. Há muito que esperava por aquele momento, e, para além disso, não se pode acusá-lo de ter desertado. Marques Mendes tem essa grande vantagem de nunca ter desertado. Foi a um congresso onde não queria ser ouvido, e foi candidato por um círculo eleitoral forte. Esta postura de Marques Mendes mostra bem como é o PSD: um partido de poder, que detesta derrotas, e odeia oposição. O PSD tem uma capacidade de regeneração imensíssima. Por outro lado, ao ver que o cavaquismo podia estar a regressar ao PSD (o que seria mau para os autarcas e líderes das distritais), outra candidatura surge vinda de um autarca. Esta, com o grande trunfo de contar com apoio de alguns autarcas. Não sabemos quantas mais candidaturas não irão aparecer.Se aparecerem mais, o PSD terá muito a ganhar com isso.É quase impossível o centro e o centro-direita regressarem ao poder nos próximos seis anos. A única hipótese é se houver uma luta séria e democrática pela liderança do PSD. Caso contrário, será um líder transitório. Mais alguém se chega à frente?
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A verdade é uma. O PSD teve um péssimo resultado nas eleições legislativas. Perante isto, logo na noite eleitoral, Marques Mendes já dava a entender que avançaria com uma candidatura. Há muito que esperava por aquele momento, e, para além disso, não se pode acusá-lo de ter desertado. Marques Mendes tem essa grande vantagem de nunca ter desertado. Foi a um congresso onde não queria ser ouvido, e foi candidato por um círculo eleitoral forte. Esta postura de Marques Mendes mostra bem como é o PSD: um partido de poder, que detesta derrotas, e odeia oposição. O PSD tem uma capacidade de regeneração imensíssima. Por outro lado, ao ver que o cavaquismo podia estar a regressar ao PSD (o que seria mau para os autarcas e líderes das distritais), outra candidatura surge vinda de um autarca. Esta, com o grande trunfo de contar com apoio de alguns autarcas. Não sabemos quantas mais candidaturas não irão aparecer.Se aparecerem mais, o PSD terá muito a ganhar com isso.É quase impossível o centro e o centro-direita regressarem ao poder nos próximos seis anos. A única hipótese é se houver uma luta séria e democrática pela liderança do PSD. Caso contrário, será um líder transitório. Mais alguém se chega à frente?