Garcia Pereira 2009: A massa do sangue

29-09-2009
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Eu tenho três amores. A advocacia, o ensino e a política. Não sei de qual gosto mais. É uma corrida onde os três têm de se acotovelar no pódio. Gosto de qualquer destas três actividades. Faço qualquer delas por gosto e por convicção.A paixão pelo ensino, creio que vem da massa do sangue, visto que o meu pai também era professor. Foi professor de Inglês e Alemão durante umas décadas.A advocacia veio pelo exemplo do meu avô. Quando cheguei ao final do ensino médio e tive de escolher, tinha exactamente média igual em Letras e em Ciências, hesitava entre ir para coisas tão parecidas ou tão diferentes como médico cirurgião, engenheiro naval ou advogado. Acabei por ir para Direito, sobretudo pelo exemplo do meu avô.E a política (herança genética de um avô e um tio Republicanos) também é algo que faço com convicção. Para uma pessoa que se bate pelos ideais que eu me bato, a política não é um modo de vida. Antes pelo contrário, cada campanha eleitoral em que entro é um desastre financeiro absoluto, mas acho que não há nada de mais elevado e sublime do que lutar pelos ideais em que se acredita. Na foto, com o meu avô (à direita), o meu pai (na esquerda) e o meu irmão.


Eu tenho três amores. A advocacia, o ensino e a política. Não sei de qual gosto mais. É uma corrida onde os três têm de se acotovelar no pódio. Gosto de qualquer destas três actividades. Faço qualquer delas por gosto e por convicção.A paixão pelo ensino, creio que vem da massa do sangue, visto que o meu pai também era professor. Foi professor de Inglês e Alemão durante umas décadas.A advocacia veio pelo exemplo do meu avô. Quando cheguei ao final do ensino médio e tive de escolher, tinha exactamente média igual em Letras e em Ciências, hesitava entre ir para coisas tão parecidas ou tão diferentes como médico cirurgião, engenheiro naval ou advogado. Acabei por ir para Direito, sobretudo pelo exemplo do meu avô.E a política (herança genética de um avô e um tio Republicanos) também é algo que faço com convicção. Para uma pessoa que se bate pelos ideais que eu me bato, a política não é um modo de vida. Antes pelo contrário, cada campanha eleitoral em que entro é um desastre financeiro absoluto, mas acho que não há nada de mais elevado e sublime do que lutar pelos ideais em que se acredita. Na foto, com o meu avô (à direita), o meu pai (na esquerda) e o meu irmão.

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