Metropolitano de Lisboa garante cobertura das três redes móveis em oito meses
Foi esta tarde assinado o protocolo entre os três operadores nacionais de redes móveis e o
A garantia do acesso às redes móveis na rede do Metropolitano de Lisboa era um dos objectivos definidos no Programa de Governo, que nos últimos seis meses se empenhou em conseguir encontrar um modelo que satisfizesse os operadores e ao mesmo tempo garantisse a sustentabilidade e o "investimento zero" por parte da empresa pública.
Com este acordo os três operadores vão partilhar a infra-estrutura que começará já a ser montada, tirando partido da fibra escura instalada no Metropolitano. Carlos Mineiro Aires, presidente do Conselho de Gerência do Metropolitano de Lisboa, confirmou ao TeK que apesar das intenções que existiam de criar uma infra-estrutura própria que depois disponibilizaria sinal aos operadores, nunca foram feitos investimentos nesse sentido.
A TMN, Optimus e
Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, admite que existem diversos modelos de disponibilização de redes de comunicações noutros sistemas de transporte, mas garante que este lhe parece extremamente interessante por permitir seguir as regras concorrenciais. Para além da possibilidade de utilização da infra-estrutura pelos três operadores, ficou ainda contemplada a possibilidade de outros operadores móveis que venham a surgir usarem a rede.
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A garantia do acesso às redes móveis na rede do Metropolitano de Lisboa era um dos objectivos definidos no Programa de Governo, que nos últimos seis meses se empenhou em conseguir encontrar um modelo que satisfizesse os operadores e ao mesmo tempo garantisse a sustentabilidade e o "investimento zero" por parte da empresa pública.
Com este acordo os três operadores vão partilhar a infra-estrutura que começará já a ser montada, tirando partido da fibra escura instalada no Metropolitano. Carlos Mineiro Aires, presidente do Conselho de Gerência do Metropolitano de Lisboa, confirmou ao TeK que apesar das intenções que existiam de criar uma infra-estrutura própria que depois disponibilizaria sinal aos operadores, nunca foram feitos investimentos nesse sentido.
A TMN, Optimus e
Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, admite que existem diversos modelos de disponibilização de redes de comunicações noutros sistemas de transporte, mas garante que este lhe parece extremamente interessante por permitir seguir as regras concorrenciais. Para além da possibilidade de utilização da infra-estrutura pelos três operadores, ficou ainda contemplada a possibilidade de outros operadores móveis que venham a surgir usarem a rede.
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