Num post que a voracidade do blogoesfera já vai empurrando lá para baixo e que aqui recupero, o António abre o seu texto com a seguinte frase
O governo decidiu aumentar o rácio da dívida pública face ao PIB, no exacto valor da dívida total do sector dos transportes.
Sejamos sérios
Que alternativas haveria, António
Parece-me que uma frase destas fragiliza desnecessariamente os teus argumentos que se centram principalmente
no carácter estatal
do provimento do serviço público de transportes colectivos
pergunto-te como se começa uma reestruturação financeira
a tua alternativa seria a declaração de falência das empresas, respondendo cada uma pelas dívidas contraídas?
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, o governo decidiu muito pouco, pois muito pouco lhe restava decidir.(se bem percebi)(entenda-se, mal administrado), apreciações com que aliás estou largamente de acordo.Quanto à pompa e circunstância de que falas, volvidas que estão tantas greves neste sector, nas quais se percebeu que no cerne dos sucessivos braços de ferro entre sindicatos e administrações tem estado a situação ultra-deficitária das empresas e o interesse particular/poder desproporcionado dos profissionais, não hão-de ser muitos os portugueses iludidos com a eventual fanfarra mediática.Um último ponto,? Não será, antes de mais nada, assumindo a dívida e os seus encargos? Até para eventualmente partires para uma privatização parcial do sector - que não faço ideia se estará nos planos deste governo - me parece indispensável uma acção deste género.Devo depreender queOnde ficaria oda República se o Estado recusasse a responsabilidade pelos avales do passado?
Publicado por Rui MCB
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Num post que a voracidade do blogoesfera já vai empurrando lá para baixo e que aqui recupero, o António abre o seu texto com a seguinte frase
O governo decidiu aumentar o rácio da dívida pública face ao PIB, no exacto valor da dívida total do sector dos transportes.
Sejamos sérios
Que alternativas haveria, António
Parece-me que uma frase destas fragiliza desnecessariamente os teus argumentos que se centram principalmente
no carácter estatal
do provimento do serviço público de transportes colectivos
pergunto-te como se começa uma reestruturação financeira
a tua alternativa seria a declaração de falência das empresas, respondendo cada uma pelas dívidas contraídas?
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, o governo decidiu muito pouco, pois muito pouco lhe restava decidir.(se bem percebi)(entenda-se, mal administrado), apreciações com que aliás estou largamente de acordo.Quanto à pompa e circunstância de que falas, volvidas que estão tantas greves neste sector, nas quais se percebeu que no cerne dos sucessivos braços de ferro entre sindicatos e administrações tem estado a situação ultra-deficitária das empresas e o interesse particular/poder desproporcionado dos profissionais, não hão-de ser muitos os portugueses iludidos com a eventual fanfarra mediática.Um último ponto,? Não será, antes de mais nada, assumindo a dívida e os seus encargos? Até para eventualmente partires para uma privatização parcial do sector - que não faço ideia se estará nos planos deste governo - me parece indispensável uma acção deste género.Devo depreender queOnde ficaria oda República se o Estado recusasse a responsabilidade pelos avales do passado?
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