.* Eduardo Dâmaso, Director-Adjunto.O financiamento da Somague ao PSD nas autárquicas de 2001, que Santana Lopes ganhou a João Soares, é um processo que ainda vai no adro mas já tem duas interessantes declarações..Diogo Vaz Guedes, patrão da construtora, considera o caso “um assunto encerrado”. José Luís Arnaut, secretário-geral do PSD à época, veio dizer que assume a responsabilidade política mas que, afinal, tudo passava pelas mãos do seu vice, Vieira de Castro, nomeado secretário de Estado das Obras Públicas quando Durão Barroso ganhou, e que, agora, não pode falar por se encontrar doente..Uma e outra são declarações ridículas mas que exprimem o tipo de atitude que muitos poderes fácticos ainda têm neste País face à acção da Justiça. É óbvio que, se o Ministério Público quiser, este não é um “assunto encerrado” e, também óbvio, não esbarra num abstracto assumir de “responsabilidades políticas”. O secretário-geral de um partido não pode julgar que a sua responsabilidade penal se esvai com uma assobiadela para o lado, na direcção do ‘companheiro’ em que delegou toda a sua confiança para tratar das finanças..O Ministério Público deve investigar este caso como qualquer outro. E pedir explicações tanto a esse PSD barrosista, que aguarda a sua hora para regressar aos comandos do partido, como ao senhor construtor que, ainda por cima, faz parte de um movimento, o tal Compromisso Portugal, que julgar ter uma visão sobre o futuro da pátria....in Correio da Manhã 2007.08.26.» Artigos Relacionados.24-08-2007 - 11:41:00 PGR admite nova iniciativa no caso SOMAGUE/PSD24-08-2007 - 10:32:00 Louçã critica partidos financiados por empresas23-08-2007 - 00:00:00 Arnaut assume responsabilidade política22-08-2007 - 00:00:00 PJ aguarda ordens para investigar PSD.NOTA - Esta notícia não terá provocado quaisquer comentários on line dos leitores do CM (VN)
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.* Eduardo Dâmaso, Director-Adjunto.O financiamento da Somague ao PSD nas autárquicas de 2001, que Santana Lopes ganhou a João Soares, é um processo que ainda vai no adro mas já tem duas interessantes declarações..Diogo Vaz Guedes, patrão da construtora, considera o caso “um assunto encerrado”. José Luís Arnaut, secretário-geral do PSD à época, veio dizer que assume a responsabilidade política mas que, afinal, tudo passava pelas mãos do seu vice, Vieira de Castro, nomeado secretário de Estado das Obras Públicas quando Durão Barroso ganhou, e que, agora, não pode falar por se encontrar doente..Uma e outra são declarações ridículas mas que exprimem o tipo de atitude que muitos poderes fácticos ainda têm neste País face à acção da Justiça. É óbvio que, se o Ministério Público quiser, este não é um “assunto encerrado” e, também óbvio, não esbarra num abstracto assumir de “responsabilidades políticas”. O secretário-geral de um partido não pode julgar que a sua responsabilidade penal se esvai com uma assobiadela para o lado, na direcção do ‘companheiro’ em que delegou toda a sua confiança para tratar das finanças..O Ministério Público deve investigar este caso como qualquer outro. E pedir explicações tanto a esse PSD barrosista, que aguarda a sua hora para regressar aos comandos do partido, como ao senhor construtor que, ainda por cima, faz parte de um movimento, o tal Compromisso Portugal, que julgar ter uma visão sobre o futuro da pátria....in Correio da Manhã 2007.08.26.» Artigos Relacionados.24-08-2007 - 11:41:00 PGR admite nova iniciativa no caso SOMAGUE/PSD24-08-2007 - 10:32:00 Louçã critica partidos financiados por empresas23-08-2007 - 00:00:00 Arnaut assume responsabilidade política22-08-2007 - 00:00:00 PJ aguarda ordens para investigar PSD.NOTA - Esta notícia não terá provocado quaisquer comentários on line dos leitores do CM (VN)