O presidente do CDS, José Ribeiro e Castro destacou hoje, em Lisboa, o trabalho de instituições como a Ajuda de Mãe, que apoia grávidas e jovens mães."Esta é a verdadeira resposta à questão do aborto clandestino", afirmou Ribeiro e Castro, que prometeu apresentar hoje à noite em Leiria um conjunto de medidas contra este problema.Ribeiro e Castro, que foi acompanhado nesta visita pelo ex-Ministro da Segurança Social, António Bagão Félix, acusou ainda o Governo de fazer "marcha atrás" nas políticas de apoio à família promovidas pelos executivos PSD/CDS-PP."Os apoios que a Ajuda de Mãe recebe são muito baixos. É para instituições como estas que devem ir os nossos impostos, e não para financiar clínicas espanholas que realizam abortos", defendeu.Desde 1991 e até 2005, a Ajuda de Mãe já apoiou mais de 5.000 mulheres no Espaço Grávida, Gabinete de Psicologia e Atendimento Directo, tendo recebido mais de 90.000 chamadas através da linha SOS Grávida."Muitas ligam-nos a perguntar onde é que podem abortar e é nessa altura que conseguimos puxar raparigas para a Ajuda de Mãe. A maior parte muda de idei s, porque gostariam de ter outra opção que muitas vezes desconhecem", explicou a responsável da Ajuda de Mãe Maria Flor Mendonça.A acompanhar a visita esteve a Presidente da Concelhia de Lisboa, Maria Orisia Roque.Fonte: Lusa
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O presidente do CDS, José Ribeiro e Castro destacou hoje, em Lisboa, o trabalho de instituições como a Ajuda de Mãe, que apoia grávidas e jovens mães."Esta é a verdadeira resposta à questão do aborto clandestino", afirmou Ribeiro e Castro, que prometeu apresentar hoje à noite em Leiria um conjunto de medidas contra este problema.Ribeiro e Castro, que foi acompanhado nesta visita pelo ex-Ministro da Segurança Social, António Bagão Félix, acusou ainda o Governo de fazer "marcha atrás" nas políticas de apoio à família promovidas pelos executivos PSD/CDS-PP."Os apoios que a Ajuda de Mãe recebe são muito baixos. É para instituições como estas que devem ir os nossos impostos, e não para financiar clínicas espanholas que realizam abortos", defendeu.Desde 1991 e até 2005, a Ajuda de Mãe já apoiou mais de 5.000 mulheres no Espaço Grávida, Gabinete de Psicologia e Atendimento Directo, tendo recebido mais de 90.000 chamadas através da linha SOS Grávida."Muitas ligam-nos a perguntar onde é que podem abortar e é nessa altura que conseguimos puxar raparigas para a Ajuda de Mãe. A maior parte muda de idei s, porque gostariam de ter outra opção que muitas vezes desconhecem", explicou a responsável da Ajuda de Mãe Maria Flor Mendonça.A acompanhar a visita esteve a Presidente da Concelhia de Lisboa, Maria Orisia Roque.Fonte: Lusa